Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento. Informamos ainda que atualizamos nossa Política de Privacidade.
ACEITO
Linha do tempo: Relações entre humanos e os outros animais
Misticismo, Teocentrismo, Antropocentrismo, Biocentrismo
Categorias
Ética E Filosofia Moral, Direitos Dos Animais, Conservação Ambiental e Proteção, Natureza, Filosofia, Ciências Biológicas
Compartilhe este livro
Esta página foi vista 1573 vezes desde 18/04/2018
Versão
impressa
R$ 41,56
Valor total:
R$ 41,56
Valor total:
R$ 41,56
Este livro pode estar à venda na:
Sinopse

A construção da temática teve início em 2013, em um pré-projeto de conclusão de curso para a graduação na área de Ciências Biológicas. A princípio, o trabalho ainda conserva o objetivo inicial de um material educativo para escolas, sobre ética animal abolicionista.

A livro busca contextualizar as relações humanas com os outros animais ao longo da história, classificada em 5 grupos: relações naturais, místicas, teocêntricas, antropocêntricas e biocêntricas.

Os períodos mais antigos remetem-se às relações baseadas no instinto e na luta pela sobrevivência (presa e predador). Na Pré-História, em um tempo impreciso, é inserida a concepção de “alma e espírito”, resultando em novas relações, o que chamo de relações místicas. As crenças ficam complexas; nascem as religiões. As relações com os outros animais são modificadas, conforme a peculiaridade de cada religião (relações teocêntricas). No Cristianismo, por exemplo, o conceito de alma aos outros animais não era permitido. Os animais eram vistos como inferiores, brutos, criados por Deus para servir aos humanos. Segundo Morris, a ideia de que os animais não têm alma elimina a culpa nas relações cruéis. Chegando à Idade Moderna, os outros animais continuam sendo vistos como seres inferiores, irracionais, produtos, objetos e recursos naturais para servir aos humanos. O humano agora toma o lugar de Deus, como centro do universo (relações antropocêntricas). Na Idade Contemporânea, a ética e a moral não são limitadas ao benefício do humano e abraçam toda a biodiversidade, principalmente, os seres que possuem a capacidade de sentir dor.

Essa classificação foi associada respectivamente à Pré-História (até 4000 a.C.), Idade Antiga (até 476 d.C.); Idade Média (até 1453 d.C); Idade Moderna (até 1789 d.C.) e Idade Contemporânea (dias atuais).

No livro buscou-se demonstrar qual época está embasada determinada relação, argumento ou visão em relação aos outros animais. É possível ter uma melhor compreensão sobre a persistência humana na violência e na exploração dos outros animais.

Estamos na Idade Contemporânea. Será que nossas ações em relação aos outros animais correspondem ao nosso tempo?

Características
ISBN 978-85-924701-0-4
Número de páginas 118
Edição 1 (2018)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 90g
Fale com o autor
Sérgio Augusto

Formado em Ciências Biológicas, com especialização em Bioética pela Universidade de Brasília (UNB).

Área de pesquisa Ética Animal Abolicionista.

Professor de Biologia e Ciências da rede pública de ensino.

Compositor e Baterista da herbivoria.com.br

Membro fundador da Frente de Libertação Animal Brasília/DF (FALA).

Vegano ativista desde 2008, pai da Ana Luiza e companheiro de vida de Andrezza e de mais de 20 felinos.

Página pessoal. www.sergioaugusto.com

Página pessoal: sergioaugusto.com

Herbivoria: herbivoria.com.br

Comentários
1 comentários
ArteSam
Quarta | 18.04.2018 às 17h04
Olá Sérgio, tudo bem? Faço serviço de conversão epub, capa, solicitação de ISBN, providência de ficha catalográfica, revisão, book trailer, ilustrações, e outros... Caso tenha interesse, fale comigo. Meu site - www.artesam.com - e-mail: [email protected] - página no facebook: www.facebook.com/artesambr