Este livro nasceu no deserto.
Ao longo da minha vida, já havia atravessado
processos difíceis e, ainda assim, nunca duvidei de Sua mão me
conduzindo. Por isso, sempre considerei que conhecia a Deus.
Mas, como disse Jó: “Eu conhecia só de ouvir, mas agora os
meus olhos te veem.”
Houve um tempo em que Deus me mostrou um
caminho de dor. Vivi um acidente que me levou a uma cadeira
de rodas, seguido por muletas e um longo processo de
reabilitação. Foi um tempo de limites, de silêncio e de
reconstrução. Ainda assim, confiei. Se Deus havia permitido,
havia um propósito.
Eu já havia aprendido a esperar.
Já tinha aprendido a depender.
Já tinha aprendido que Deus não abandona no meio
do processo.
Mas então Ele me levou novamente ao deserto.
Dessa vez, não para tratar do corpo, mas de tudo o
que estava dentro de mim. Um deserto onde eu não sabia o
que aconteceria amanhã. Onde não havia garantias, planos
claros ou respostas prontas. Onde a única certeza era que eu
precisaria confiar todos os dias.
Foi ali que aprendi, de forma mais profunda, sobre o
maná diário.
O maná não cai para o futuro. Ele cai para hoje. Não
pode ser acumulado, não pode ser guardado, não pode ser
controlado. Ele exige dependência. Exige fidelidade. Exige a
decisão diária de confiar, mesmo sem saber o que vem depois.
| Número de páginas | 422 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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