Este livro nasceu no deserto.
Ao longo da minha vida, já havia atravessado processos difíceis e, ainda assim, nunca duvidei de Sua mão me conduzindo. Por isso sempre considerei que conhecia a Deus. Mas como disse Jó “Eu conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem.”
Houve um tempo em que Deus me mostrou, antes mesmo de acontecer, um caminho de dor. Pouco depois, vivi um acidente que me levou a uma cadeira de rodas, seguido por muletas e um longo processo de reabilitação. Foi um tempo de limites, de silêncio e de reconstrução. Ainda assim, confiei. Se Deus havia permitido, havia um propósito – e Ele me honrou.
Eu já havia aprendido a esperar.
Já tinha aprendido a depender.
Já tinha aprendido que Deus não abandona no meio do processo.
Mas então, Ele me levou novamente ao deserto.
Dessa vez, não para tratar do corpo, mas de tudo o que estava dentro de mim. Um deserto onde eu não sabia o que aconteceria amanhã. Onde não havia garantias, planos claros ou respostas prontas. Onde a única certeza era que eu precisaria confiar todos os dias.
Foi ali que aprendi, de forma mais profunda, sobre o maná diário.
O maná não cai para o futuro. Ele cai para hoje. Não pode ser acumulado, não pode ser guardado, não pode ser controlado. Ele exige dependência. Exige fidelidade. Exige a decisão diária de confiar, mesmo sem saber o que vem depois.
| Número de páginas | 434 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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