Falar da Maçonaria no Estado do Pará é revisitar não apenas a história de uma instituição, mas também as múltiplas camadas da formação social, política e cultural da Amazônia brasileira. Ao longo de quase dois séculos, a Maçonaria paraense construiu sua trajetória de forma silenciosa, resiliente e contínua, acompanhando os grandes acontecimentos que moldaram a região e o país.
As memórias aqui reunidas não se limitam a datas, nomes ou registros administrativos. Elas representam experiências humanas, valores transmitidos de geração em geração e esforços coletivos voltados ao aperfeiçoamento moral, à fraternidade e ao compromisso com a sociedade. Em um território marcado por desafios geográficos, conflitos sociais e ciclos econômicos intensos, a Maçonaria se firmou como espaço de estabilidade simbólica e ética, oferecendo formação, acolhimento e orientação a seus membros.
Desde a instalação das primeiras lojas em Belém, no século XIX, passando pelas rupturas provocadas pela Cabanagem, pela reconstrução institucional no Império, pela consolidação republicana e pela vigorosa interiorização da Ordem, a Maçonaria no Pará soube adaptar-se sem perder sua essência essencial. Essa capacidade de permanência, mesmo em contextos profundamente adversos, é um dos elementos centrais que movem esta pesquisa.
| Número de páginas | 85 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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