No universo da ficção fantástica, o Buraco Negro não é um fenômeno da física, mas sim uma ferida aberta no tecido da realidade.
Antes que o tempo fosse contado em segundos, ele era medido em batimentos de luz. No centro da Grande Tapeçaria, não existia o conceito de "vazio"; tudo o que ocupava o espaço era vibração, uma música contínua que mantinha as estrelas suspensas como notas em um pentagrama infinito. A Tecelã não criava mundos de pedra, mas de ressonância.
O fim dessa era de ouro não veio de uma explosão, mas de uma ausência. O Traidor Celestial, cujo nome foi apagado de todas as memórias, cometeu o crime da Singularidade
| Número de páginas | 11 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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