Uma análise que dialoga diretamente com o legado do geógrafo brasileiro Josué de Castro, demonstrando que a escassez de alimentos não é um problema de produção, mas uma escolha de engenharia política e econômica.
Falar sobre a fome em pleno século XXI é rasgar o véu do otimismo tecnológico. Este livro não se propõe a debater calorias ou técnicas de irrigação, mas sim a expor as coordenadas geográficas do poder e da negligência. A fome que este manuscrito mapeia não é aquela provocada pela seca que racha o solo, mas aquela desenhada nos escritórios de fundos de investimento e ratificada por tratados internacionais de comércio. Ao conectar a origem histórica das assimetrias agrárias com as projeções climáticas mais sombrias de nosso tempo, esta obra convida o leitor a uma conclusão desconfortável: o mundo tem fome porque o mercado precisa que a escassez continue operando como mecanismo de controle social e econômico.
| Número de páginas | 54 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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