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Se você parar para pensar, o ser humano tem uma necessidade quase desesperada de dar nome às coisas. Mas a verdade nua e crua dos dicionários nunca parece suficiente para explicar a intensidade das nossas experiências. Dizer simplesmente que alguém "suportou uma humilhação no trabalho" é muito sem graça. A nossa mente pede drama, pede imagem, pede textura. É aí que a mágica acontece e nós, coletivamente, decidimos que a melhor forma de descrever essa situação é imaginar um sujeito engolindo um anfíbio vivo, verde e coaxando. Pronto: nasceu o "engolir sapo".
Este livro é sobre isso. É um passeio sem filtros pelas expressões que herdamos dos nossos avós e pelas gírias que os jovens inventaram ontem à noite no TikTok.
| Número de páginas | 52 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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