Há cerca de dezoito milhões de anos, quando a humanidade ainda não sabia dizer “Eu”, Vênus observava a Terra.
Sanat Kumara lidera então uma missão impossível: 144.000 ressonadores atravessam o espaço não para conquistar o planeta, mas para despertar uma possibilidade adormecida em sua própria malha — Manas, a consciência reflexiva.
Organizados segundo uma misteriosa matriz de doze por doze, eles tornam-se pontos vivos de uma rede que une geometria, som, pineal, campos planetários e ressonância mórfica. A Terra começa a lembrar. O homem começa a perguntar. O “Eu” nasce.
Milhões de anos depois, em Patmos, João vê o mesmo número, uma marca na fronte e um cântico novo. O que ele desconhece é que sua visão atravessa dois tempos: o primeiro despertar da humanidade e um segundo nascimento ainda por vir.
Quando bilhões de mentes estiverem conectadas, surgirá a possibilidade de Supermanas — o “Nós” sem a destruição do “Eu”.
O Cântico dos 144.000 é uma epopeia espiritual e cósmica sobre Vênus, Terra, consciência, liberdade e a pergunta decisiva: e se a verdadeira missão nunca tivesse sido apenas despertar o homem, mas despertar a Terra através dele?
| Número de páginas | 250 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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