O Gato de Botas e o Caminho da Autenticidade
Quantas versões de nós próprios criamos para sermos aceites?
Quantas vezes dizemos sim quando gostaríamos de dizer não, escondemos aquilo que sentimos, procuramos aprovação ou tentamos corresponder à pessoa que os outros esperam encontrar?
Félix conhece bem esse caminho.
Durante muito tempo, aprendeu a adaptar-se: no trabalho, na família, nas relações e até diante de si próprio. Até que começa a surgir uma pergunta aparentemente simples:
Quem sou eu quando ninguém está a olhar?
É a partir dela que se inicia uma viagem interior pelas máscaras que usamos, pelo medo de desiludir, pela necessidade de reconhecimento, pelos limites que não sabemos estabelecer e pelas escolhas que fazemos apenas para continuar a pertencer.
Mas Félix descobrirá algo inesperado: ser autêntico não significa deixar de precisar dos outros, dizer sempre aquilo que pensamos ou colocar-nos permanentemente em primeiro lugar.
Também não significa destruir todas as máscaras.
Algumas protegem-nos. Outras ajudam-nos a desempenhar os diferentes papéis da vida.
O verdadeiro desafio é perceber quando uma máscara deixou de nos servir e começou a viver por nós.
Ao longo desta história, Félix aprende que podemos amar sem desaparecer, ajudar sem nos abandonarmos, dizer não sem deixar de cuidar e dizer sim sem nos tornarmos fracos. Aprende também que não existe uma versão definitiva de nós próprios à espera de ser descoberta.
Estamos sempre em construção.
| Número de páginas | 644 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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