Quando o barulho do motor desliga na garagem, o que deveria ser o prelúdio do alívio transforma-se no prenúncio de uma nova guerra fria. Nesta obra visceral da teologia reformada prática, o autor expõe as fraturas invisíveis que congelam o leito conjugal — não por explosões repentinas, mas pela erosão diária da murmuração, da rispidez e da sonegação da admiração. Trata-se de uma jornada pelos cantos mais escuros do lar, confrontando a postura da mulher rixosa e o distanciamento do homem para resgatar a beleza do Mandato Cultural e a felicidade e santidade do pacto matrimonial. A história por trás da história nasceu no silêncio incômodo dos quartos onde corpos dividem o mesmo teto, mas habitam abismos de indiferença. Escrevendo com o coração voltado para sua própria esposa, o autor dissecou os desertos afetivos observados na sociedade moderna para oferecer um antídoto ao congelamento do amor. Ao entrelaçar narrativas cotidianas pungentes — como a rotina exaustiva de casais à beira do abismo emocional — com modelos históricos e a sabedoria das Escrituras, a obra revela que a transformação do lar não surge de fórmulas rasas, mas do poder restaurador da graça, do "toque de seda" da doçura virtuosa e da coragem de depositar as armas do orgulho na porta de casa. Um chamado urgente e libertador para quem se recusa a ver seu casamento morrer no gelo
| ISBN | 9786502297001 |
| Número de páginas | 184 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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