O Último Adeus Que Não Houve é uma narrativa autobiográfica intensa sobre perdas, reconciliações tardias e marcas emocionais que permanecem mesmo após a ausência.
Ao revisitar lembranças da infância, conflitos familiares e feridas acumuladas ao longo da vida, Bruno Giro conduz o leitor por uma trajetória marcada por dor, afastamentos e pela difícil reconstrução do vínculo entre pai e filho. Em meio ao alcoolismo, às falhas humanas e aos silêncios emocionais, nasce uma relação construída tardiamente, mas carregada de verdade e reconhecimento.
A obra ganha ainda mais força ao retratar os últimos momentos dessa história: o avanço do câncer, os gestos silenciosos de cuidado e o impacto de chegar apenas vinte minutos tarde demais. Os horários 17h20 e 17h40 tornam-se símbolos centrais da narrativa, representando culpa, permanência e tudo aquilo que nunca pôde ser dito no momento certo.
Com uma escrita sensível, crua e profundamente humana, o livro aborda temas como trauma familiar, ausência afetiva, luto, memória e sobrevivência emocional. Mais do que uma história sobre despedida, esta é uma obra sobre reconhecimento tardio, humanidade e os vínculos que continuam existindo mesmo depois do fim.
“O Último Adeus Que Não Houve” é para leitores que conhecem o peso das palavras não ditas e das despedidas que nunca realmente aconteceram.
| Número de páginas | 147 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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