Existem perguntas que a razão não sabe formular. E respostas que talvez nunca tenham sido escritas nos livros.
No século XIX, quando a ciência se empenhava em desvendar os segredos dos homens e da natureza, algumas perguntas permaneciam à margem do conhecimento. Não por falta de inteligência ou investigação, mas porque certos mistérios parecem resistir justamente àquilo em que mais confiamos: nossas certezas.
Na Casa Michels, a chegada de um novo explorador traz consigo a inquietante possibilidade de que o mundo seja muito mais vasto — e muito menos compreensível — do que parecia.
Anna, Albert e Felipe Dutra encontram-se diante de caminhos que se cruzam de maneiras inesperadas. Entre o que pode ser observado, o que pode ser provado e aquilo que desafia qualquer explicação, pequenas peças começam a ocupar lugares que ninguém imaginava existir.
Mas há algo que não se encaixa.
Um caderno de anotações marcado pela febre. Palavras que parecem carregar mais do que dizem. Vestígios de uma história cuja compreensão talvez exija perguntas diferentes — e a coragem de não aceitar respostas fáceis.
O que se esconde entre suas páginas? Até onde a razão pode conduzir alguém quando os próprios indícios parecem apontar para além do conhecido? E se o maior equívoco não estiver naquilo que ignoramos, mas naquilo que temos certeza de compreender?
Em O Idioma do Invisível, terceiro volume de O Universo Particular de Anna Michel
| Número de páginas | 627 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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