Como aquela jovem pesquisadora, ainda durante a pandemia, começara a viajar pelo mundo e, pouco depois, encontrara fôlego para correr uma maratona em Londres? A resposta estava na gênese: naquela menina que crescera sob a influência do mundo evangélico e pentecostal, já pulsavam a viajante, a mente questionadora e a semente pronta para romper qualquer barreira que tentasse sufocá-la.
Aos poucos, Peregrina passou a perceber que a doutrinação não se limitava à igreja. Reconheceu-a nos algoritmos das redes sociais, nas armadilhas ideológicas, nas desigualdades da educação e nas contradições dos ambientes acadêmicos, bem como nas tensões familiares, na polarização política e nas formas contemporâneas de vitimismo. Ela fala do cenário político brasileiro polarizado enquanto vive e sente na pele a loucura e a moral degradada.
Ela compreendeu que a vida havia sido sua maior aliada. Movendo-se constantemente, cruzou fronteiras pela América Latina, Europa, América do Norte, África, Ásia e Oriente Médio, além do próprio Brasil. Desbravou montanhas, vulcões e desertos, mergulhando em culturas e modos distintos de crer.
| Número de páginas | 204 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Capa dura |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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