"Nem todo fim é silencioso. Alguns chegam
com o som do vidro que se estilhaça no
chão, em cacos impossíveis de colar."
Em Sem Gaiolas, o leitor é convidado a
percorrer cinco estações de uma alma que
se atreveu a sentir tudo. Da dor cortante de
um coração partido ao calor viciante de um
desejo avassalador; do labirinto confuso da
busca por si mesmo às crônicas cotidianas
de um mundo que não pára de girar.
Esta não é apenas uma coletânea de cem
poemas; é um mapa de sobrevivência. É o
registro de quem mergulhou no escuro das
perdas
para,
finalmente,
emergir
na
alvorada da própria liberdade.
Através de versos viscerais e honestos, você
descobrirá que as cicatrizes não são apenas
marcas de dor, mas as coordenadas para o
voo. Porque, no final, a única coisa que
realmente importa é a coragem de abrir a
porta e perceber que nunca fomos feitos
para viver em gaiolas.
Deixe o vidro quebrar.
O sol está logo ali.
| Número de páginas | 171 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 90g |
| Idioma | Português |
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