Neste ensaio filosófico profundo e provocador, Tártaro deixa de ser apenas um elemento da mitologia grega para tornar-se a representação simbólica da mente aprisionada — um abismo interior onde a essência do ser humano permanece adormecida, sufocada por camadas de opressão invisível. Através de uma análise arquetípica, o autor mergulha nos territórios obscuros da psique, onde a consciência foi suprimida e substituída por estruturas mentais impostas por sistemas, crenças e vaidades.
Este livro propõe uma jornada intelectual pela geografia do inconsciente coletivo, buscando compreender como a mente pode ser mantida em cativeiro sem perceber sua própria condição. Com reflexões inspiradas na filosofia, na mitologia e na psicologia simbólica, o autor convida o leitor a reconhecer sua prisão interior e a vislumbrar os primeiros lampejos de um despertar da essência esquecida.
Tártaro e a Opressão da Mente: Uma Análise Filosófica da Essência Adormecida é um mergulho nos labirintos mais profundos da psique humana, onde a consciência original foi selada sob camadas de crenças, imposições e ilusões. Inspirando-se no arquétipo mítico de Tártaro — não apenas como um lugar, mas como um estado — o autor revela como a mente pode habitar um cárcere invisível, sem perceber o adormecimento da própria essência.
Esta obra propõe que o verdadeiro inferno não é o sofrimento visível, mas o esquecimento daquilo que se é. Tártaro é a imagem simbólica do estado mental onde a alma é subjugada, e a re
| Número de páginas | 104 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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