TRAGÉDIAS DO AMOR
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Drama, Educação, Geografia E Historia, Antigo, Antigo, Clássico E Medieval, Civilização
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Sinopse

Na obra de Eurípides, Admetus segura sua amada em seus braços, implorando que ela não o deixe: “Se você morrer”, exclama ele, “não posso mais viver; minha vida, minha morte, estão em tuas mãos; teu amor é o que eu adoro... Não apenas um ano, mas toda a minha vida vou lamentar por ti... Em minha cama, tua figura será deitada de corpo inteiro, por astutos artistas modelada; sobre ela me lançarei e, cruzando meus braços sobre ti, invocarei o teu nome e penso que terei minha querida esposa em meus braços... Leve-me, leve-me, eu imploro, contigo para debaixo da terra!”.

Uma das teses mais importantes sobre o amor romântico e beleza pessoal é que o amor, longe de ser apenas um episódio passageiro na vida humana, é uma das agências mais poderosas que trabalham para o aperfeiçoamento da raça humana.

Durante o reinado da seleção natural, antes do nascimento do amor, os aleijados, os loucos, os incuravelmente enfermos, foram cruelmente negligenciados e deixados para morrer.

O cristianismo se levantou contra essa crueldade, construindo hospitais e salvando os enfermos, que assim poderiam sobreviver, casar e transmitir seu legado às gerações futuras.

A maioria dos heróis de Homero seria, nestes tempos, condenada em qualquer país, com base na prova do poeta; mas isso não diminui sua grandeza, que, sob uma visão imparcial, parecerá superar seu próprio estado de sociedade, em decência e delicadeza, tanto quanto ultrapassou épocas mais polidas em genialidade.

O amor é sempre o mesmo. Como Safo amava, milhares de anos atrás, as pessoas amavam muito antes dela; assim elas amarão daqui a milhares de anos.

Depois que o costume de produzir tragédias originais se extinguiu gradualmente durante o reinado de Adriano e seus sucessores, as obras dos antigos poetas áticos, e especialmente as de Eurípides, passaram a ter a posse exclusiva do palco trágico. Por quanto tempo elas conseguiram manter sua posição e preservar sua

posição como uma forma reconhecida de entretenimento público, é a questão que temos que considerar por último. Na verdade, não era de se esperar que, em meio à decadência do gosto literário e do sentimento artístico que agora começava a prevalecer, a grandeza e a dignidade desses antigos dramas continuassem por muito mais tempo a serem apreciados pela multidão.

Ainda assim, é interessante notar que seu domínio sobre o teatro, após ter sido mantido intacto por quase seiscentos anos, não foi relaxado sem luta, e que o processo que levou à sua exclusão do palco foi prolongado por um longo período de tempo.

Durante o segundo século, elas parecem ter sido produzidas ainda com quase tanta frequência como em qualquer época anterior. As constantes referências de Lucian, e vários outros testemunhos que é desnecessário especificar, não deixam dúvidas sobre este ponto. Mesmo no século III, elas devem ter se mantido firmes em uma extensão considerável, uma vez que Filóstrato, um autor do período, ao falar sobre o Hércules Furens de Eurípides, observa que ainda era visto com frequência. Mas, no decorrer das duas ou três gerações seguintes, ocorreu uma mudança, e as antigas tragédias foram substituídas por entretenimentos de um tipo mais sensual.

Características
Número de páginas 105
Edição 1 (2020)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista, Radialista, Bacharel em Direito, Escritor, Tutor em EAD e Docente do Ensino Superior, possui mais de 1.000 títulos publicados. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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