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Um sê de saudade
Poesias e crônicas de
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Literatura Estrangeira, Poesia, Literatura Nacional
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Sinopse

Escrito por um velho jovem, que de maneira bohêmica retrata sua perspectiva mundana. Nascido na morte da Guerra Fria, presencia o rompimento das barreiras individuais e coletivas desde então.

Sua efemeridade compartilha de maneira única, o senso comum de que a cada vez mais nossas vidas cabem nas pontas do dedo e cada vez menos aos nosso olhos. Por isso, lê-lo é um resgate de valores.

Características
Número de páginas 46
Edição 1 (2012)
Formato Pocket (105x148)
Acabamento Brochura s/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 75g
Fale com o autor
Gabriel Gonçalves

Sou Gabriel de Oliveira Gonçalves, Gabriel G. para os mais íntimos. Cautelosamente atrapalhado, organizadamente bagunçado. Um músico persistente, escritor nas horas vagas, leitor de revistas em banheiro, matemático confuso, futuro cientista maluco(ou sim, neste caso não há negação como opção).

Na minha infância, exerci a profissão de veterinário de pardais machucados, dedetizador de formigas, ator mirim(mais especificamente nos papéis de um curumim e um tatu, ambos maus interpretados), bebê propaganda de uma marca de papel higiênico que nunca existiu, engenheiro de carrinhos de controle remoto, marceneiro de carrinhos de rolimã(para não dizer destruidor), lateral direita reserva fraldinha da Mabel - empresa de bolachas que por acaso investia em escolinhas de futebol na minha cidade. Na música, comecei tocando flauta doce por que tinha hipertensão pela salgada, mas, parei com a doce quando minha glicemia atingiu niveis altos e, por essa razão, sem revelar o fato de que o som daquela flauta era extremamente irritante, encerrei minha breve carreira de flautista.

Leitor assíduo, no primário ganhei o prêmio Aluno Que Retirou A Maior Quantidade De Livros Na Segunda Semana de Outubro de 1995, como condecoração um enfeite natalino da Turma da Mônica, que decorou por muitos anos a minha árvore de natal.

Na adolescência, karateca federado, registrado como Gabriel de Oliveira Gonçalles, em razão da incompetência da tia gorda confeccionista das carteirinhas da federação. Assim como este erro gramatical, minha carreira neste esporte foi lastimável, me rendendo em minha primeira luta uma derrota para uma garota quatro faixas acima da minha e um dedo quase-quebrado.

No futebol, a persistência rendeu-me o segundo lugar por duas vezes no torneio interclasses do colégio, sendo que, em uma delas, como vice-artilheiro do super campeonato composto por uns dez times.

Aos 23 anos - adolescente até os 38 - colecionador de quases, vices, passo a maior parte do tempo atrás dos meus objetivos, com olhos gulosos, pretendo devorar a primeira chance de, aqui, fazer um mundo melhor.

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