Esta obra propõe uma ruptura decisiva entre o uso ritualístico da Ayahuasca e o que o autor denomina Cientificação do SER. Distanciando-se do misticismo, do folclore e das leituras exotéricas, o texto apresenta uma visão crítica e contundente sobre os caminhos espirituais contemporâneos e os riscos da experiência enteógena quando dissociada da consciência, da ética e da responsabilidade interior.
O Castelo da Ciência é apresentado como um estado interior acessível apenas pela confrontação direta das próprias patologias humanas — especialmente a INVEJA, a soberba e a inconsciência espiritual. A Ayahuasca, aqui compreendida como instrumento de revelação e não de entretenimento, deixa de ser meio de êxtase para tornar-se ferramenta rigorosa de desvelamento, correção de conduta e transformação real do indivíduo.
Unindo alquimia, epistemologia, espiritualidade prática e crítica social, a obra denuncia a banalização do sagrado, a mercantilização dos rituais e o perigo da alienação psíquica quando não há Cientificação. O leitor é convocado a abandonar ilusões, crenças confortáveis e delírios místicos para assumir um caminho exigente de autoconscientização ativa, no qual ciência e espírito convergem.
Não se trata de um manual ritualístico nem de uma leitura de evasão espiritual, mas de um chamado à maturidade humana, à ética do SER e à reconstrução interior, uma possível via para o futuro da humanidade.
| Número de páginas | 412 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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