Quando eu era pequena, carregava muito dores, como andar com pedras nos bolsos: pesa, machuca, cansa e cala. Quando criança, aprendi a esconder as lágrimas e fingir sorrisos. Hoje sou adulta, tenho vinte e três anos, e tudo o que entendo é quem sou eu; não precisa mais me calar. A minha voz é a chave que abre as grades invisíveis da infância que me aprisionava.
Liberta-se da infância não significa negar o passado, e sim transformar as feridas em asas. Mas isso não vai mais roubar a minha vida adulta. Sou dona da minha história, mesmo das páginas que não escrevi.
Lembre-se: você conseguir caminhar com leveza, e um dia você pensou: “não quero escrever a criança que fui, mas quero abraçá-la e dizer: você sobreviveu, agora pode descansar.”
| Número de páginas | 82 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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