E se tudo o que aprendemos sobre o "Poder do Estado" for um erro histórico?
Por séculos, fomos ensinados que o Estado governa e o Povo obedece. Entregamos a nossa soberania a um Leviatã gigante, esperando que ele nos protegesse.
Mas há um detalhe que a história tentou esconder: o Estado não respira, não tem consciência e não tem vontade própria. Como pode uma ficção jurídica deter "Poder"?
Este livro propõe uma virada de chave revolucionária e urgente.
Mais do que uma crítica política, é um verdadeiro manual de reconstrução civilizatória, propondo a transição definitiva do medieval Estado de Poderes para o moderno e eficiente Estado de Deveres.
Unindo o mais alto rigor da engenharia institucional à sensibilidade poética, o autor desconstrói a máquina pública brasileira e apresenta soluções pragmáticas para os maiores problemas estruturais.
Você descobrirá um modelo inovador onde:
O Estelionato Eleitoral Acaba: Os políticos perdem a "procuração em branco" e o mandato passa a ser rigorosamente vinculado ao programa registrado nas urnas. Omissão vira crime de responsabilidade.
O Patrimonialismo Morre: A gestão do dinheiro público deixa de ser um balcão de barganhas e passa a ser técnica pura, com punição e execução direta no patrimônio pessoal do mau gestor.
O Judiciário se ilumina: Fim de milhões de processos desnecessários e predatórios.
Leia, liberte-se das velhas amarras, descobrindo a verdade: o poder nunca foi deles, sempre foi seu!
| Número de páginas | 265 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 150g |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para atendimento@clubedeautores.com.br
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.