Quem somos quando os nomes que recebemos já não conseguem dizer quem somos?
Em De Moshê a Yohanan — A travessia do Nome, Antonio Ricardo Nahas conduz o leitor por uma jornada que começa no Egito, atravessa o deserto e o Sinai, passa pelo exílio e alcança as visões de Patmos e a Nova Jerusalém. Entre Moshê diante da sarça ardente e Yohanan diante da promessa de um Nome novo, emerge uma investigação sobre identidade, liberdade, consciência e transformação.
O Êxodo torna-se o ponto de partida para compreender as prisões interiores que permanecem mesmo depois que as correntes exteriores foram rompidas. O deserto revela-se como território de dissolução e amadurecimento; o bezerro de ouro, como imagem da necessidade humana de fabricar certezas; e a aliança, como passagem de uma liberdade simplesmente conquistada para uma liberdade capaz de assumir responsabilidade.
Em diálogo com a psicologia, a filosofia, a alquimia, a física e a Cardiospintrônica, a obra aproxima Winnicott, Jung, Ricoeur, Levinas, Buber, Bergson e David Bohm das grandes imagens bíblicas, preservando as diferenças entre ciência, símbolo e experiência espiritual.
Do nome que nos deram ao Nome que ainda não sabemos, este livro propõe uma travessia inquietante: talvez descobrir quem somos não signifique encontrar uma definição definitiva, mas libertar-nos da necessidade de possuí-la.
| Número de páginas | 305 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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