Toda história nasce de um acontecimento.
Esta nasceu, verdadeiramente, da memória de um sonho — um sonho sonhado.
Em 2018, despertei no meio da noite com a sensação de que algo precisava ser registrado. As imagens ainda estavam vivas na minha mente — não como lembranças vagas, mas como fragmentos de uma narrativa que insistia em permanecer.
Peguei o celular ao lado da cama e anotei, no bloco de notas, vinte e quatro passagens do que havia sonhado. Com o tempo, essas anotações deram origem A Colina dos Sobreviventes.
Não sei explicar por que certos sonhos nos marcam dessa forma, mas acredito que há experiências que nos são reveladas de maneira misteriosa — e que carregam um sentido que só compreendemos depois.
Acredito também que Deus se manifesta de muitas formas — e, naquela noite, aquele sonho me foi ofertado como um presente.
Há um momento — invisível, mas irreversível — em que o mundo como o conhecemos deixa de existir. E, de alguma maneira, é nesse mesmo território que os sonhos nos conduzem a experiências que ultrapassam a lógica, revelando aquilo que ainda não compreendemos, mas sentimos.
A Colina dos Sobreviventes habita esse instante.
Mais do que uma narrativa sobre guerra ou destruição, esta história se constrói a partir do que permanece quando o ruído cessa. Do que sobra quando o chão, antes firme, já não oferece segurança — nem sentido.
Aqui, não há promessas de heroísmo.
Há hesitação. Há medo. Há escolhas feitas sem tempo para pensar.
E, ainda assim, há vida.
| ISBN | 9786597980901 |
| Número de páginas | 233 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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