Vivemos cercados por prazos, notificações, respostas imediatas e a sensação constante de que estamos sempre atrasados. Em A Cultura da Urgência, o leitor é convidado a olhar de frente para esse modo de vida acelerado que transformou a pressa em virtude, a disponibilidade em obrigação e o cansaço em rotina. A obra questiona o que acontece com o pensamento, com os vínculos, com o corpo e com a própria experiência de estar vivo quando já não há espaço para a pausa, para a escuta e para a maturação das coisas.
Com linguagem envolvente, sensível e filosófica, o livro conduz o leitor por reflexões sobre tempo, ansiedade, exaustão, presença, lentidão, amor, amizade, dor, política e tecnologia, mostrando como a urgência deixou de ser exceção para se tornar o clima permanente da existência contemporânea. Mais do que denunciar a aceleração do mundo, esta obra abre um espaço raro de lucidez, onde parar para pensar já se torna uma forma de resistência.
Este é um livro para quem sente que a vida tem sido vivida depressa demais, para quem percebe que estar ocupado não é o mesmo que estar presente, e para quem deseja recuperar uma relação mais humana com o tempo. Ao longo das páginas, o leitor encontrará não fórmulas prontas, mas perguntas profundas e necessárias — daquelas que permanecem ecoando muito depois do fim da leitura.
| Número de páginas | 142 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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