Por que dizer “não” provoca tanta culpa?
Como estabelecer limites pessoais sem parecer frio, agressivo ou egoísta?
O que acontece quando uma relação exige que você se abandone para continuar existindo?
Os limites pessoais não são uma forma de violência, afastamento automático ou ruptura afetiva. Eles são uma condição ética para que você permaneça inteiro nas relações. Este livro examina o limite como gesto de presença, honestidade e dignidade prática, mostrando por que proteger a própria decisão também é uma forma de preservar vínculos mais verdadeiros.
Ao longo dos capítulos, você encontrará reflexões sobre:
culpa e medo de decepcionar
disponibilidade excessiva e autonegação
diferença entre limite, afastamento e ruptura
recusa sem crueldade
família, amor, amizade e trabalho
manipulação, conflito e chantagem emocional
dignidade, respeito próprio e presença íntegra
Em uma cultura marcada pela exigência de disponibilidade permanente, aprovação constante e medo do conflito, muitas pessoas confundem amor com concessão ilimitada. O resultado pode ser exaustão, ressentimento e perda gradual de autonomia. Pensar os limites é pensar a qualidade moral dos vínculos que você aceita sustentar.
Nenhum vínculo saudável exige o desaparecimento de alguém.
| Número de páginas | 160 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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