Vivemos em uma época em que a felicidade deixou de ser uma experiência possível para se tornar uma exigência visível. Já não basta sentir-se bem: é preciso demonstrar leveza, equilíbrio, entusiasmo e satisfação. A alegria passou a circular como imagem, linguagem de pertencimento e critério de valor. É nesse cenário que esta obra desenvolve sua crítica central: a felicidade foi capturada pelo mercado e convertida em mercadoria.
Ao longo do livro, você encontrará uma reflexão filosófica densa e contemporânea sobre o modo como o consumo passou a organizar não apenas os objetos que desejamos, mas também os afetos que devemos exibir. Redes sociais, marketing, autoajuda, coaching, espiritualidade, juventude, corpo, bem-estar, lazer e sucesso aparecem aqui não como temas isolados, mas como expressões de uma mesma lógica: a transformação da alegria em desempenho social.
Sem recorrer a linguagem excessivamente técnica, a obra examina como a positividade se tornou disciplina, como a tristeza foi empurrada para a invisibilidade e como o sofrimento passou a ser tratado como falha individual. Mais do que discutir emoções, este livro investiga as estruturas simbólicas que definem o que hoje parece aceitável sentir.
Com presença filosófica de autores como Byung-Chul Han, Nietzsche, Foucault, Debord, Simone Weil, Bourdieu, Weber, Marx, Baudrillard, Pascal e Agamben, esta é uma obra para quem deseja compreender, com profundidade e lucidez, por que a felicidade contemporânea parece cada vez
| Número de páginas | 194 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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