Há momentos na vida em que sentimos que algo dentro de nós está morrendo.
As antigas certezas já não nos sustentam, os papéis que representávamos deixam de fazer sentido, e uma estranha sensação de vazio nos envolve. Nesse instante, muitos acreditam que chegaram ao fim.
Mas esse fim não é destruição: é passagem.
É o anúncio silencioso de que a essência, soterrada por anos de ilusões, deseja despertar.
A dor que sentimos não é sinal de fracasso, mas de nascimento. O luto pelo ego corrompido é também o portal da lembrança daquilo que realmente somos.
Este livro nasce desse intervalo entre morte e renascimento.
Não é um tratado acadêmico, nem um manual fechado.
É um mapa simbólico, poético e prático, que convida você a atravessar o silêncio do vazio, enfrentar as sombras do ego e reconhecer a chama divina que sempre habitou em seu interior.
Ao longo das páginas, encontrará mitos antigos que falam dessa mesma travessia — da Fênix que renasce das cinzas, de Inanna que desce ao submundo, de Hércules que amadurece pelo sofrimento.
Encontrará também práticas simples e exercícios que não pretendem oferecer fórmulas mágicas, mas sim chaves que podem abrir portas dentro de si.
Cada capítulo é um degrau nesse processo:
morte, silêncio, despertar, fruto, prática.
E o que começa como despedida, termina como plenitude.
Este livro é um convite.
Um convite a aceitar a morte do que já não serve.
A atravessar o vazio sem medo.
E a renascer, não como alguém novo, mas como quem finalmente se
| Número de páginas | 61 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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