Muitos acreditam que a escravidão terminou com a Lei Áurea. Enganam-se. O que mudou foi apenas a forma de escondê-la. Hoje não vemos ferros nos pés nem marcas de fogo na pele — mas o cativeiro continua vivo, forte e silencioso. Continua nos campos afastados, nas oficinas de portas trancadas, nas casas onde ninguém entra nem sai. Continua nas dívidas que nunca se quitam, no medo que aprisiona, no silêncio que protege.
Este livro não é sobre o passado. É sobre o presente. É sobre milhões de pessoas que continuam sendo exploradas, mantidas em cativeiro, separadas de suas famílias — enquanto o mundo finge não ver. Eles não são números. Têm nome. Têm rosto. Têm história. E merecem ser ouvidos.
A liberdade é um direito de todos. E enquanto um único ser humano for aprisionado, nenhum de nós é verdadeiramente livre. Chegou a hora de parar de fingir que não vemos. Chegou a hora de quebrar o silêncio. Chegou a hora de dizer: ainda somos escravos enquanto houver quem não possa ser livre.
Que estas páginas acordem sua consciência. Que cada palavra seja um olhar atento sobre o mundo que nos rodeia. E que um dia, finalmente, possamos dizer de verdade: acabou.
| Número de páginas | 123 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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