Por que a guerra nunca precisa de explicação, mas a paz sempre precisa? Por que a doença é a certeza mais absoluta da vida humana, e a saúde, a exceção que celebramos com alívio? Por que, mesmo cercado de tudo o que deveria bastar, o ser humano contemporâneo segue narrado por uma sensação irrecusável de insuficiência — comparando, competindo, controlando, tentando provar, todos os dias, um valor que nunca parece definitivamente conquistado?
O cotidiano humano é disputado por duas forças opostas. De um lado, a cultura da vida, paz e cura; do outro, a da morte, guerra e doença. O "céu" e o "inferno" não são lugares futuros, mas sim dinâmicas psicológicas e escolhas presentes em cada medo ou comparação.
A obra investiga o momento histórico ou psicológico em que o ser humano aprendeu a "se justificar em vez de se reconhecer". Como solução, traça um caminho estrutural para que a consciência humana abandone essa postura defensiva e volte à sua cultura original, escolhendo olhar para dentro de si e para a "Fonte de tudo o que existe".
| ISBN | 9786502379806 |
| Número de páginas | 214 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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