Esta obra é um ensaio filosófico que investiga a profunda dualidade do ser humano através do simbolismo do beijo. O autor utiliza este gesto para explorar o contraste entre a máxima entrega espiritual e a mais vil traição.
Em síntese, os pontos centrais são: A Perversão do Sagrado: analisa como o beijo, originalmente um símbolo de união e "sopro vital", é transformado no "Beijo de Judas", o arquétipo da traição onde a proximidade física serve para ocultar a destruição do outro. A Ética e a Máscara: Baseando-se em pensadores como Hobbes e Levinas, o texto discute a "profanação do rosto". O traidor usa o afeto como uma "arma de guerra" biológica e psicológica para desarmar a vítima.
Cultura e Poder: Explora as representações da infâmia na literatura clássica e nos rituais de poder, como o "beijo da morte" nas máfias, onde o ritualismo substitui a empatia real. O Narcisismo Moderno: Conclui com uma reflexão sobre a era atual, onde o beijo muitas vezes perde a sua essência ontológica para se tornar um simulacro de intimidade e uma ferramenta de manipulação social. É uma reflexão crítica sobre como a humanidade é capaz de habitar, simultaneamente, os campos da lealdade sublime e da crueldade calculada.
| ISBN | 9786502067604 |
| Número de páginas | 81 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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