Joane acorda todos os dias às três e dezessete da manhã. Não por disciplina, não por iluminação espiritual, mas porque o corpo resolveu avisar que algo mudou. A partir daí, começa um dia comum, atravessado por café forte, humor afiado, cansaço persistente e a pergunta que se tornou mantra: bom dia pra quem?
Este livro acompanha Joane, uma mulher de quarenta e oito anos que funciona bem demais para quem anda cansada há tempo demais. Entre trabalho, insônia, perimenopausa, relações possíveis, amizades que sustentam, sonhos adiados e dois gatos que são filhos, companhia e âncora emocional, ela vai costurando reflexões honestas sobre o corpo, o tempo e as escolhas que não vieram com manual.
Com ironia, delicadeza e uma lucidez que só chega depois de muito viver, Joane fala sobre o cansaço invisível, a obrigação silenciosa de aguentar, as comparações injustas, a maternidade que não aconteceu, os amores com os pés no chão e o medo do futuro que insiste em aparecer quando o silêncio aumenta. Não há fórmulas prontas, nem promessas de reinvenção milagrosa. Há reconhecimento.
Bom dia pra quem? é um conjunto de crônicas para mulheres que já entenderam que amadurecer não é perder força, é aprender onde não gastá-la à toa. Um livro para quem acorda cansada, segue mesmo assim e começa, finalmente, a considerar a si mesma no processo.
| Número de páginas | 112 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 90g |
| Idioma | Português |
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