Gerenciar, navegar e planejar uma rede viária de tamanha magnitude exige mais do que apenas construir pontes e pavimentar caminhos: exige organização e lógica espacial. Sem um sistema ordenado de identificação, uma malha com centenas de milhares de quilômetros rapidamente se tornaria um emaranhado caótico e ineficiente.
Foi para responder a essa demanda geopolítica que se consolidou a necessidade de um sistema padronizado de codificação e nomenclatura para as estradas brasileiras. A criação de uma regra cartesiana para batizar e classificar as rodovias federais — conhecidas pela sigla BR — permitiu que o Estado brasileiro catalogasse seu patrimônio viário de forma sistemática.
| Número de páginas | 97 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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