Você já sentiu que está vivendo uma vida que não lhe pertence? Que, apesar de seguir todas as regras, frequentar os lugares "certos" e cumprir os rituais que a tradição lhe impôs, existe um vazio que nenhum elogio social consegue preencher?
Se a resposta for sim, este livro não chegou às suas mãos por acaso.
Por muito tempo, fomos ensinados que a "santidade" e a "retidão" eram medidas pela nossa capacidade de anular quem somos para caber em moldes desenhados por gerações passadas. Chamamos de virtude a nossa própria repressão. Chamamos de pecado o nosso grito por autenticidade. Mas o que há por trás da cultura não é, muitas vezes, a vontade divina — é apenas o medo humano da liberdade.
Este livro nasceu de uma inquietação profunda: a percepção de que a maioria das pessoas não está "errando o alvo" por maldade, mas porque está tentando acertar o alvo de outra pessoa. Estamos exaustos, carregando o peso morto de tradições que já perderam seu porquê, enquanto nossa essência — aquela centelha única que o Criador depositou em cada um de nós — morre de inanição.
Aqui, não buscaremos o conforto da multidão, mas o silêncio necessário para ouvir a própria bússola. Não se trata de um manual de rebeldia vazia, mas de um manifesto de sobrevivência espiritual. Nas páginas que seguem, convido você a uma cirurgia de percepção. Vamos separar o que é princípio eterno do que é apenas etiqueta cultural.
A tese central que guia cada capítulo é simples, porém revolucionária: o verdadeiro pec
| Número de páginas | 51 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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