Neste ensaio, o autor questiona as bases da fé em divindades e em outras entidades similares, além de contestar argumentos filosóficos e teológicos que supostamente provariam a existência do deus bíblico.
Os registros históricos e os livros sagrados das primeiras civilizações são claros quanto ao caráter politeísta das antigas religiões. Uma das características do politeísmo é a escolha de um dos deuses do seu panteão, para ser adorado preferencialmente aos demais. Essa escolha chama-se henoteísmo.
Na opinião do autor, os dizeres do próprio Pentateuco, os cinco primeiros livros do Antigo Testamento que serviram de base para as religiões ditas abraâmicas – Judaísmo, Cristianismo e Islamismo – evidenciam o caráter henoteísta dos cultos religiosos dos povos que habitavam o Oriente Médio nos milênios que antecederam a Era Comum (AEC). Ainda segundo o autor, o Pentateuco deixa claro que, dentre os demais deuses adorados em Canaã, Javé foi escolhido para ser o “deus de Israel”. Daí a razão pela qual não há, nesses livros, referências explícitas a Javé como o “único deus do universo”, conceito que originou o monoteísmo.
Além de contestar aspectos filosóficos e teológicos das crenças religiosas, o autor evidencia as contradições entre a ciência e a religião, a exemplo do que mostra o estudo dos fósseis, elementos que contradizem claramente o Criacionismo e, ao mesmo tempo, reforçam as evidências do Evolucionismo Biológico.
| ISBN | 9786502161517 |
| Número de páginas | 314 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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