Por séculos, uma mentira devastadora tem ecoado nos púlpitos: a ideia de que, no ápice da crucificação, quando Jesus carregava o peso do pecado humano, Deus Pai tapou os olhos e Lhe virou o rosto, abandonando o Seu próprio Filho na escuridão. Mas e se esse ensino for não apenas teologicamente falho, mas uma distorção cruel do caráter de Deus?
Em O Rosto Que Nunca Se Virou, você é convocado a uma jornada visceral até o topo do Gólgota para desmascarar o mito do abandono divino. Com uma exegese profunda e um coração pastoral, este compêndio disseca o verdadeiro significado do grito "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?". Mergulhando na mente judaica do Primeiro Século, na arte do Remez (o eco literário) e nos mistérios ocultos do Salmo 22, descobriremos que o último fôlego de Jesus não foi um lamento de derrota, mas a chave profética que destrancou a maior vitória do universo.
Descubra como a própria anatomia da Trindade prova que o Pai estava em Cristo reconciliando o mundo, e não escondido nos céus. Mais do que um resgate histórico, esta obra é o fim da sua orfandade espiritual. Pois a equação da graça é simples e inquebrável: se o Pai não virou as costas para Jesus quando Ele se fez pecado por nós, Ele jamais, sob hipótese alguma, virará o rosto para você nos seus dias de maior dor. A cruz não foi o divórcio da Trindade; foi o lugar onde o amor de Deus sangrou de olhos abertos.
| Número de páginas | 66 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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