GUERRAS GERMÂNICAS
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Educação, Geografia E Historia, Não Ficção, Antigo, Europa, Medieval
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Sinopse

As primeiras campanhas imperiais na Germânia (12 a.C. a 16 d.C.) foram uma série de conflitos entre as tribos germânicas e o Império Romano. As tensões entre as tribos germânicas e os romanos começaram em 17 a.C. com Clades Lolliana, onde a 5ª Legião sob Marcus Lollius foi derrotada pelas tribos Sugambri, Usipetes e tencteros. O imperador de Roma, Augusto, respondeu desenvolvendo rapidamente a infraestrutura militar em toda a Gália. Seu general Nero Claudius Drusus começou a construir fortes ao longo do Reno em 13 a.C. e lançou uma campanha de retaliação através do Reno em 12 a.C.

Drusus liderou mais três campanhas contra as tribos germânicas nos anos 11–9 a.C. Para a campanha de 10 a.C., ele foi comemorado como o romano que viajou para o extremo leste do norte da Europa. Os generais sucessores continuariam atacando através do Reno até 16 d.C., notadamente Publius Quinctilius Varus em 9 d.C. Durante a viagem de volta de sua campanha, Varus foi traído por Armínio, que era um aliado de Roma e líder dos Cherusci. A expansão romana na Germania Magna havia parado como resultado, e todas as campanhas imediatamente depois foram em retaliação ao Clades Variana e provar que o poderio romano ainda poderia superar as terras alemãs. O último general a liderar as forças romanas na região durante esse período foi Germanicus, filho adotivo do imperador Tibério, que, em 16 d.C., havia lançado a grande expedição militar final de Roma à Alemanha. O Império Romano não lançaria outra grande incursão na Alemanha até Marco Aurélio (r. 161-180) durante as Guerras Marcomânicas.

Características
Número de páginas 510
Edição 1 (2020)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista, Radialista, Bacharel em Direito, Escritor, Tutor em EAD e Docente do Ensino Superior, possui mais de 1.000 títulos publicados. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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