No Japão, um estudo conduzido pelo Dr. Yoshifumi Miyazaki e pela equipe da Universidade de Chib, apontou uma redução de até 20% no nível de cortisol (hormônio do estresse) em pessoas que saiam do ambiente urbano para o rural.
Segundo a Teoria da Sobrecarga Sensorial, enquanto uma pessoa neurotípica gasta uma pequena parte de sua “energia mental” com o processamento ambiental, pessoas com autismo vivem em estado de Fadiga da Atenção e podem atingir o esgotamento em poucas horas.
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Nos períodos de festa da cidade, quando podíamos, procurávamos um lugar tranquilo para ficar. Longe da agitação e do barulho que tanto incomodavam nosso filho Pedrinho, autista nível 3 de suporte. Em uma dessas “fugas” passamos os quatro dias de carnaval em um sítio, no interior do estado.
Desde o primeiro momento pudemos observar uma grande mudança no comportamento dele. Mais calma, tranquilidade e a redução das estereotipias.
A diferença foi tão grande que resolvemos nos mudar. Seis meses depois estávamos morando no campo. Hoje vemos claramente que a mudança foi fundamental para o desenvolvimento de Pedrinho.
Este livro tem muita informação sobre autismo, mas seu objetivo principal é compartilhar com outras famílias como a vida no campo pode ser benéfica para pessoas com TEA. Mostramos o impacto positivo do ambiente natural e o quanto pode ajudar nas intervenções terapêuticas.
| ISBN | 9786501871905 |
| Número de páginas | 186 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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