Este livro não foi escrito para a mãe que tem todas as respostas. Foi escrito para a mãe que continua, mesmo sem entender.
Como psicanalista, tenho o privilégio de escutar histórias de mães que atravessam perdas gestacionais, diagnósticos difíceis, doenças raras e caminhos que exigem uma força que elas mesmas não sabiam que tinham.
Mas existe algo que se repete em todas essas histórias. Não é perfeição e não é ausência de dor. É permanência.
Um amor que não recua, mesmo quando tudo muda.
Uma dor que transforma, mesmo quando não é compreendida.
Uma força que nasce, justamente onde parecia não haver mais nada.
E é nesse lugar que a história de Maria se aproxima da sua. Durante muito tempo, Maria foi vista como alguém distante, forte, silenciosa e intocável. Mas talvez seja hora de olhar para ela de outra forma.
Como uma mãe.
Uma mãe que também sentiu medo.
Que também não teve todas as respostas.
Que também precisou continuar, sem entender completamente o caminho.
Uma mãe que viveu a incerteza.
Que conheceu o cansaço.
Que teve o coração atravessado pela dor.
E que, mesmo assim, permaneceu.
Mas permanecer não significa nunca vacilar.
Não significa não sentir.
Não significa estar forte o tempo todo.
Às vezes, permanecer é simplesmente não desistir naquele dia.
| Número de páginas | 100 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Couche 90g |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para atendimento@clubedeautores.com.br
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.