Por que alguém se retira justamente quando começa a ser visto? Por que certos sujeitos rompem vínculos antes de serem abandonados, transformam a ausência em prova de amor ou repetem cenas de risco sem intenção suicida manifesta?
Neste ensaio introdutório, Deivede Eder Ferreira apresenta a teoria da morte fantasmática: uma hipótese clínica sobre os modos pelos quais o inconsciente organiza desaparecimentos simbólicos, rupturas, apagamentos e fantasias de reconhecimento póstumo. Em diálogo rigoroso com Freud e Lacan, o autor examina repetição, pulsão de morte, fantasia, transferência, olhar do Outro e elaboração, sem reduzir todo comportamento de risco a um “suicídio inconsciente”.
Vinhetas clínicas compostas e situações contemporâneas — do abandono antecipado ao desaparecimento digital — tornam os conceitos acessíveis e mostram sua utilidade para a escuta psicanalítica. Mais do que pensar a morte biológica, a obra investiga pequenas mortes que atravessam os vínculos: sair antes de ser deixado, apagar-se antes de ser visto, desaparecer para descobrir se alguém chamará.
Uma introdução clara e provocadora a uma proposta teórica original para a clínica contemporânea.
| Número de páginas | 76 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para atendimento@clubedeautores.com.br
Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.