NÁUFRAGOS NA NOITE SEM FIM
Código do livro: 447213
Categorias
Poesia, Literatura Nacional, Entretenimento
Compartilhe este livro
Esta página foi vista 54 vezes desde 09/05/2022
Versão
impressa
R$ 48,40
Valor total:
R$ 48,40
Versão
ebook
R$ 23,57
Disponível em:
epub
Valor total:
R$ 48,40
Este livro pode estar à venda na:
Este ebook também pode estar à venda na:
Sinopse

107º livro do autor das séries "OLYMPUS" e "EROTIQUE", todos eles publicados no Clube de Autores e na Amazon, exceto "POETICAMENTE TEU", da Coleção Prosa e Verso 2019 da Prefeitura de Goiânia-GO:

001. OS OCEANOS ENTRE NÓS

002. PÁSSARO APEDREJADO

003. CABRÁLIA

004. NUNCA TE VI, MAS NUNCA TE ESQUECI

005. SOB O OLHAR DE NETUNO

006. O TEMPO QUE SE FOI DE REPENTE

007. MEMÓRIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO

008. ATÉ A ÚLTIMA GOTA DE SANGUE

009. EROTIQUE

010. NÃO ME LEMBREI DE ESQUECER DE VOCÊ

011. ATÉ QUE A ÚLTIMA ESTRELA SE APAGUE

012. EROTIQUE 2

013. A CHUVA QUE A NOITE NÃO VIU

014. A IMENSIDÃO DE SUA AUSÊNCIA

015. SIMÉTRICAS – 200 SONETOS (OU COISA PARECIDA) DE AMOR (OU

COISA PARECIDA)

016. AS VEREDAS ONDE O MEU OLHAR SE PERDEU

017. A MAGIA QUE SE DESFEZ NA NOITE

018. QUAL É O SEGREDO PARA VIVER SEM VOCÊ?

019. OS TRAÇOS DE VOCÊ

020. STRADIVARIUS

021. OS SEGREDOS QUE ESCONDES NO OLHAR

022. ATÉ SECAREM AS ÚLTIMAS LÁGRIMAS

023. EROTIQUE 3

024. OS POEMAS QUE JAMAIS ESCREVI

025. TUA AUSÊNCIA, QUE ME DÓI TANTO

026. OS DRAGÕES QUE NOS SEPARAM

027. O VENTO QUE NA JANELA SOPRAVA

028. EROTIQUE 4

029. A NOITE QUE NÃO TERMINOU NUNCA MAIS

030. AS HORAS QUE FALTAM PARA TE VER

031. OLYMPUS: LIVRO 1 – EROS (1ª PARTE)

032. OLYMPUS: LIVRO 1 – EROS (2ª PARTE)

033. NO AR RAREFEITO DAS MONTANHAS

034. VOCÊ SE FOI, MAS ESTÁ AQUI

035. O AMOR QUE SE FOI E NÃO VOLTOU

036. OS VÉUS DA NOITE

037. OLYMPUS: LIVRO II - ARES, ARTHEMIS, ATHENA, CHRONOS, HADES,

MORPHEUS E POSEIDON

038. MADRUGADAS DE SEDUÇÃO

039. O LUAR QUE EM TEUS OLHOS HABITA

040. QUANDO SUA AUSÊNCIA ERA TUDO QUE HAVIA (contos e crônicas)

041. ESSA SAUDADE QUE NÃO QUER IR EMBORA

042. OLYMPUS: LIVRO 1 – EROS (3ª PARTE)

043. UM ÚLTIMO BEIJO EM PARIS

044. OLYMPUS: LIVRO III – APHRODITE, APOLLO, EREBUS, GAIA, HERA

E ZEUS

045. DE QUAL SONHO MEU VOCÊ FUGIU?

046. O LABIRINTO NO FIM DO POEMA

047. CADÊ O AMOR QUE ESTAVA AQUI?

048. OS RIOS QUE FOGEM DO MAR

049. ÚLTIMOS VERSOS PARA UM PERDIDO AMOR

050. OLYMPUS: LIVRO IV – PANTHEON

051. AH, POESIA, O QUE FIZESTE?

052. UM VERSO SUICIDA

053. ELA SE FOI, E NEM DEIXOU MENSAGEM

054. A NAVE QUE TE LEVOU PARA LONGE

055. EROTIQUE 5

056. O LADO NEGRO DA POESIA

057. UM OLHAR VINDO DO INFINITO

058. APENAS UM CONTADOR DE HISTÓRIAS

059. RÉQUIEM PARA UM AMOR NAUFRAGADO

060. OLYMPUS: LIVRO V – THESSALIA

061. POETICAMENTE TEU

062. AQUELA NOITE DO ADEUS

063. PASSOS QUE SE AFASTAM NA NOITE

064. FRAGMENTOS DE UM SONHO QUE PASSOU

065. OLYMPUS: LIVRO VI – PARTHENON

066. PASSAGEM PARA A SAUDADE

067. A PORTA DA SOLIDÃO

068. NUNCA MAIS TEUS BEIJOS

069. EROTIQUE 6

070. CIRANDA POÉTICA

071. AS HISTÓRIAS QUE NÃO TE CONTEI

072. A ÚLTIMA VEZ EM QUE TE AMEI

073. ESSA AUSÊNCIA QUE ME DEVORA

074. A NOITE IMENSA SEM ELA

075. OLYMPUS: LIVRO VII – ACROPOLIS

076. PORÕES E NAUFRÁGIOS

077. UM TROVADOR NO SÉCULO XXI

078. RESQUÍCIOS DE UM SORRISO TEU

079. CRONOS ENLOUQUECEU!

080. OLYMPUS: LIVRO VIII – MUSAS E MEDUSAS

081. SOMBRAS QUE RESTARAM DE NÓS

082. EROTIQUE 7

083. A CAIXA DE TINTAS DE DEUS

084. PONTES PARA LUGAR NENHUM

085. VELAS SOLTAS AOS VENTOS SOLARES

086. HISTÓRIAS QUE A NOITE NOS TRAZ

087. VESTÍGIOS DE UM FOGO QUE SE APAGOU

088. ARTÍFICE DE VERSOS

089. O TEMPO, ESSE CARRASCO

090. OLYMPUS: LIVRO IX – ESPARTA

091. ESSA SOMBRA EM TEU OLHAR

092. OS OLHOS MÁGICOS DA POESIA

093. VERSOS QUE JAMAIS ESQUECI

094. LÁGRIMAS PROSCRITAS

095. EROTIQUE 8

096. UMA HORA ANTES DO FIM

097. POR TRÁS DA MÁSCARA BRANCA

098. PER...VERSOS AO ANOITECER

099. SOB O OLHAR DE UM POETA

100. TODOS AQUELES VERSOS DE AMOR

101. ESTILHAÇOS DE POEMAS

102. OLYMPUS: LIVRO X – NINFAS

103. TODAS AS ESTAÇÕES DA ALMA

104. LEMBRANÇAS DE UM FUTURO DISTANTE

105. EROTIQUE 9

106. AO DOCE SOM DE UM BOLERO

Alguns trechos:

“ Eu me perdi de você, / Que de mim também se perdeu, / Dois perdidos nessa vida imensa, / Tentando descobrir o porquê / Dessa perda que tanto doeu, / Dessa estranha doença / Sem cura, de feridas expostas,”

“Não compartilho aqui minhas histórias, / Mas as de personagens inventados, / Não extraio fatos de minhas memórias, / Nem entrego segredos jamais revelados.”

“Foi somente uma vez, / E depois nunca mais, / Toda aquela loucura, / Beijos incandescentes, / Toques não censurados, / Cadeados abertos, / Dos quais jogamos fora / Chaves e segredos,”

“Nas areias de Marte / Sob o Sol do Saara, / Ou em outro lugar qualquer, / Eu te reencontrarei / E de novo te amarei, / Como acontece / Em todas as nossas vidas, / Pois assim está escrito / No Livro das Reencarnações...”

“Olhei-a no fundo dos olhos, / E, pela tristeza que neles bailava, / Soube que estava falando a verdade, / Aproximei-me, dei-lhe um abraço / E um beijo de leve no rosto, / E disse-lhe que estava tudo bem, / Tinha sido apenas uma pena, / Pois eu estava muito a fim dela,”

“Minhas células estão repletas, / Minhas sinapses de ti estão cheias, / Que fazer das lendas incompletas, / Se percorres ainda as minhas veias, / Sobre meus versos ainda te projetas, / Tantas doces lembranças permeias?”

“Você descobre / Tudo o que ocultei / Por anos a fio, / No fundo do coração! / Você consegue / De mim uma confissão, / Algo que nunca dissera: / ‘Eu te amo’…”

“Venha ouvir / Versos vigorosos, / Volúveis, / Versáteis, / Vagando devagar, / Divagando...”

“O tempo comprime-se / Ou dilata-se, / Ao sabor das correntes / E pensamentos. / Assim, nosso amor durou / Alguns poucos momentos, / Mas em mim permanece / Por toda a eternidade...”

“O jogo acabou, / Basta de mentiras / E ilusões, / Tudo enfim terminou. / A tua encenação fracassou, / Já não mais me inspiras / Aquelas antigas canções, / Já não fazes parte de meu show.”

“A minha carência andava tão grande, / E tentava extingui-la com grande empenho, / Mas antes que seus segredos desvende, / Enquanto ao brilho de seu olhar eu me atenho, / Façamos ao nosso encontro um brinde, / E, embora o silêncio seja do amor inimigo ferrenho, / Peço-lhe por favor que não me pergunte por onde / Andei, nesses lugares dos quais provenho, / Apenas deixe que de minha Poesia eu lhe inunde, / Enquanto em seu corpo com ardor eu me detenho...”

“Viver dói / Quase todos os dias / Recordar desconstrói / Sonhos e fantasias / E quando as noites descem / A escuridão nos assusta / As feridas crescem / E resistir muito nos custa”

“Estou irremediavelmente enfermo, / Vagando pelas noites como uma sombra, / Sob o jugo de uma doença incurável, / Que chamam por aí de saudade...”

“E a areia dessa demolição / Entranhou-se em meus olhos, / Fazendo brotarem lágrimas, / Que lá não deveriam estar, / Pois castelos aéreos são etéreos, / Construídos sobre nuvens, / Que os ventos carregam / E nunca mais devolvem ao mesmo lugar...”

“Meu coração parecia de vidro, / E à primeira desilusão, logo se quebrou, / E depois disso, tornei-me anidro, / E minha alma nunca mais cicatrizou.”

“E então, acidentalmente, / Meu pé escorregou, / Dei um passo à frente, / E despenquei no vazio, / E de repente, olhando para cima, / Vi que em minhas costas / Surgiram asas gigantescas, / Maiores do que as um condor, / E comecei a planar entre as nuvens, / Como se fosse um anjo,”

“Ela se foi, sem deixar nem saudade, / Nada que pudesse lembrar-me dela, / Mas por que me acomete essa insanidade / De esperar que volte, olhando pela janela?”

“Amores clandestinos / São acidentes de percurso, / Que não deveriam ter acontecido, / Mas acontecem, / Numa distração inexplicável, / E então pairam, / Como uma guilhotina / Sobre a sua cabeça!”

“E aquele poema, / Que tinha a paixão como tema, / Mas nada tinha de métrico, / Teve um destino tétrico, / Pois foi jogado numa lixeira / Por aquela moça faceira, / E nunca mais foram lidos / Aqueles versos sentidos,”

“E, tantos anos depois, / Continuo tiritando de frio, / Mesmo nas noites mais quentes, / Pois o inverno de sua ausência / Nunca mais me deixou...”

“Nosso contrato de amor venceu, / E nunca será renovado, / O que havia entre nós se perdeu, / E tristemente foi sepultado.”

“Enquanto eu a amava, / Você me ensinava / A construir castelos no ar, / Construídos com a essência do sonhar, / Que não passavam de navios sem mastro, / Investimentos sem lastro,”

“Não lhe dei uma segunda chance / Para tentar reparar o seu erro, / Sepultei de uma vez nosso romance, / E sequer compareci ao enterro!”

“Há inúmeras portas / Que devem permanecer fechadas / Pois atrás delas há coisas mortas / Que devem ser ocultadas / De olhares curiosos / Atrás de segredos inconfessáveis”

“Mas então, já será tarde demais, / Pois meu voo já terá decolado, / Levando-me para longe / Daquela vida onde morri, / Mesmo ainda respirando, / Mas virei apenas um fantasma vivo,”

“Mas a verdade irrefutável / É que aqueles poucos felizes dias, / Em que vivemos um amor memorável, / Hoje vivem apenas em minhas fantasias, / E lá permanecem, indelevelmente, / Apenas se passaram naquele inesquecível verão, / Pois os acontecimentos dessa história recorrente / Permanecem em meus versos, mas jamais voltarão...”

“Era uma vez dois amantes, / Que um do outro se perderam, / E, depois de noites asfixiantes, / Aos poucos, enlouqueceram, / E, mesmo em seus sonhos delirantes, / Nunca mais se esqueceram...”

“Ó, Senhor de múltiplos universos, / Perdoe-me por meus versos / Tão pouco puritanos, / Insanos, / Lascivos, / Reflexivos, / Candentes, / Ardentes,”

“Ao redor dos templos, / Desde épocas imemoriais, / Pratica-se o livre comércio / De oferendas, / Objetos de adoração, / Imagens nem sempre sacras,”

“Meu cérebro pratica / (R)evoluções poéticas, / Criando versos ardentes / Que ousam girar / Ao sabor das rimas / Ou da sonoridade,”

“Nos recônditos de minha mente / Seus ecos ainda ecoam / O som de suas risadas / Aqueles beijos inebriantes / Nas noites mais frias / Brincando de explorar cavernas / Entre gemidos e sussurros”

“Meu cérebro maluco / Converte sonhos em Poesia, / E depois de concluídos, / Os poemas neles baseados / Até parecem espelhos da realidade, / Mas na verdade brotaram / Dos recônditos de minha mente / Onde, bem lá no fundo, / Em alguma aglomeração de sinapses, / Funciona uma fábrica de poemas,”

“Se é que algum político honesto já existiu, / Foi bem antes de algumas das últimas eleições, / Pois, para se elegerem, gastam além do que ganhariam / Em todo o mandato, onde é que já se viu?”

“Mas sonhos são assim, sem limites, / O lado oculto da mente não os conhece, / Assim como não o conhecemos, / Mas é lá que moram os sonhos proibidos, / Os nossos anseios e fantasias, / Que não ousamos confessar ao mundo,”

“Desencontramo-nos tantas vezes, / Parece que o destino não nos aceita, / Perdemos contato quase todos os meses, / A atmosfera de nosso romance anda rarefeita!”

“Nos labirintos de minha mente, / Algumas passagens secretas / Levam-me direto ao seu quarto, / De onde, atrás do espelho, / Analiso o seu feitiço, / Cada vez mais enfeitiçante, / No qual fiquei viciado, / E não consigo curar-me,”

“Sonho contigo / Quase todas as noites, / E nos sonhos / Continuas viva, / Linda, / Exuberante, / Ao contrário da vida real, / Na qual partiste / Para alegrar o Paraíso / Com tuas risadas...”

“Junto a sereias / E outros seres imaginários, / Entre os quais antigas amantes / Que jamais existiram, / E, em apenas alguns minutos, / Quando dou por mim, / Da ponta de meus dedos, / Mais um poema nasceu...”

“Em seus discos voadores / Vistos às centenas, / Com incontáveis relatos de testemunhas, / Sempre desmentidas pelos governos, / A quem não interessa / Confirmar a presença de alienígenas, / Que estiveram por aqui desde sempre, / E ainda continuam, disfarçados, / Acompanhando a evolução da humanidade, / Pois talvez sejamos apenas seus descendentes (ou experimentos)...”

“Amores perpétuos são raridade, / Pois a maioria de repente acaba, / Não se perpetuam pela eternidade, / Subitamente o desejo desaba!”

“Essa faca que me cravaste, / Invasora invisível, / Até o cerne enfiada / Em minha alma, / Profundamente enterrada, / Machuca, agride / Até as minhas memórias, / Pois gravou tuas digitais / Para sempre / Inseridas dentro de mim...”

“Afinal, de ti não não tenho medo, / Nem de juntar nossas vidas, / Mas, mesmo assim, de te amar sinto pavor, / E por isto não cedo / Às promessas contidas / Em teu olhar sedutor!”

“Abandonei os remos, / Que me guiavam de desilusão em desilusão, / E meu barco segue agora sem rumos, / Ao sabor das correntes / Ou do destino, / Para onde o vento me leva,”

“E assim sendo, ignoro solenemente / A ausência de aprovação às minhas palavras, / Que continuarão disparando balas / Em direção às coisas com as quais não concordo, / Rompendo muros, saltando obstáculos, / Sugerindo soluções aos problemas, / Ou apenas distribuindo lindos versos de amor...”

“Lembro-me com frequência / Dos velhos tempos de outrora, / Da juventude dourada, / De todos os planos, / Dos amigos inseparáveis / Dos quais a vida me separou,”

“De nossos beijos ainda se recorda / Ou talvez de nossas transas audazes? / Será que pensa em mim quando acorda, / Ou suas memórias são só fugazes?”

“Sempre me lembro de suas artimanhas / E daquelas suas teimosias ferrenhas, / Que invadem as memórias que deviam ser minhas, / E se converteram nessas lembranças medonhas, / Rasgando meu peito aberto com suas unhas...”

“Deus premia quem cedo acorda, / Com sorte, honra e alegrias, / E quem dos amores se recorda, / Em seus sonhos e nas fantasias.”

“Por isto, meu filho, / Não te preocupes, / Continues a escrever esses versos / Que eu te sopro, / Em todas as horas, / Disfarçado de vento, / Ou em teus sonhos,”

“Life passes by / Burning all the dreams / That I ever had / Destroyed by time / Except of your love / And I'm going old / Sad and introspective / With my Poetry”

Características
ISBN 9798821103192
Número de páginas 117
Edição 1 (2022)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Offset 90g

Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para atendimento@clubedeautores.com.br

Fale com o autor
MARCOS AVELINO MARTINS

BIOGRAFIA

Engenheiro Eletricista pela Universidade de Brasília por formação, Analista de Sistemas por opção, poeta por destino, casado, 2 filhos e 1 neto, apreciador de boa música, cinema, literatura, HQs, seriados e amigos (não necessariamente nesta ordem).

Escreve desde os 17 anos, inicialmente letras de músicas, alguns contos avulsos, poemas esparsos, e de alguns anos para cá, com uma produção intensa, com mais de 100 livros publicados, todos eles pelo Clube de Autores e pela Amazon, exceto "Poeticamente teu", da Coleção Prosa e Verso 2019 da Prefeitura de Goiânia - GO.

LIVROS PUBLICADOS:

1. OS OCEANOS ENTRE NÓS

2. PÁSSARO APEDREJADO

3. CABRÁLIA

4. NUNCA TE VI, MAS NUNCA TE ESQUECI

5. SOB O OLHAR DE NETUNO

6. O TEMPO QUE SE FOI DE REPENTE

7. MEMÓRIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO

8. ATÉ A ÚLTIMA GOTA DE SANGUE

9. EROTIQUE

10. ATÉ QUE A ÚLTIMA ESTRELA SE APAGUE

11. NÃO ME LEMBREI DE ESQUECER DE VOCÊ

12. EROTIQUE 2

13. A CHUVA QUE A NOITE NÃO VIU

14. A IMENSIDÃO DE SUA AUSÊNCIA

15. SIMÉTRICAS

16. AS VEREDAS ONDE O MEU OLHAR SE PERDEU

17. A MAGIA QUE SE DESFEZ NA NOITE

18. QUAL É O SEGREDO PARA VIVER SEM VOCÊ?

19. OS TRAÇOS DE VOCÊ

20. STRADIVARIUS

21. OS SEGREDOS QUE ESCONDES NO OLHAR

22. ATÉ SECAREM AS ÚLTIMAS LÁGRIMAS

23. EROTIQUE 3

24. OS POEMAS QUE JAMAIS ESCREVI

25. TUA AUSÊNCIA, QUE ME DÓI TANTO

26. OS DRAGÕES QUE NOS SEPARAM

27. O VENTO QUE NA JANELA SOPRAVA

28. EROTIQUE 4

29. A NOITE QUE NUNCA MAIS TERMINOU

30. AS HORAS QUE FALTAM PARA TE VER

31. OLYMPUS: LIVRO 1 – EROS (1ª PARTE)

32. OLYMPUS: LIVRO 1 – EROS (2ª PARTE)

33. NO AR RAREFEITO DAS MONTANHAS

34. VOCÊ SE FOI, MAS ESTÁ AQUI

35. O AMOR QUE SE FOI E NÃO VOLTOU

36. OS VÉUS DA NOITE

37. OLYMPUS: LIVRO II - ARES, ARTHEMIS, ATHENA, CHRONOS, HADES, MORPHEUS E POSEIDON

38. MADRUGADAS DE SEDUÇÃO

39. O LUAR QUE EM TEUS OLHOS HABITA

40. QUANDO SUA AUSÊNCIA ERA TUDO QUE HAVIA (contos e crônicas)

41. ESSA SAUDADE QUE NÃO QUER IR EMBORA

42. OLYMPUS: LIVRO I - EROS (3ª PARTE)

43. UM ÚLTIMO BEIJO EM PARIS

44. OLYMPUS: LIVRO III - APHRODITE, APOLLO, GAIA, HERA E ZEUS

45. DE QUAL SONHO MEU VOCÊ FUGIU?

46. O LABIRINTO NO FIM DO POEMA

47. CADÊ O AMOR QUE ESTAVA AQUI?

48. OS RIOS QUE FOGEM DO MAR

49. ÚLTIMOS VERSOS PARA UM PERDIDO AMOR

50. OLYMPUS: LIVRO IV - PANTHEON

51. AH, POESIA, O QUE FIZESTE?

52. UM VERSO SUICIDA

53. ELA SE FOI, E NEM DEIXOU MENSAGEM

54. A NAVE QUE TE LEVOU PARA LONGE

55. EROTIQUE 5

56. O LADO NEGRO DA POESIA

57. UM OLHAR VINDO DO INFINITO

58. APENAS UM CONTADOR DE HISTÓRIAS

59. RÉQUIEM PARA UM AMOR NAUFRAGADO

60. OLYMPUS: LIVRO V - THESSALIA

61. POETICAMENTE TEU (da Coleção Prosa e Verso 2019 da Prefeitura de Goiânia - GO)

62. AQUELA NOITE DO ADEUS

63. PASSOS QUE SE AFASTAM NA NOITE

64. FRAGMENTOS DE UM SONHO QUE PASSOU

65. OLYMPUS: LIVRO VI – PARTHENON

66. PASSAGEM PARA A SAUDADE

67. A PORTA DA SOLIDÃO

68. NUNCA MAIS TEUS BEIJOS

69. EROTIQUE 6

70. CIRANDA POÉTICA

71. AS HISTÓRIAS QUE NÃO TE CONTEI

72. A ÚLTIMA VEZ EM QUE TE AMEI

73. ESSA AUSÊNCIA QUE ME DEVORA

74. A NOITE IMENSA SEM ELA

75. OLYMPUS: LIVRO VII – ACROPOLIS

76. PORÕES E NAUFRÁGIOS

77. UM TROVADOR NO SÉCULO XXI

78. RESQUÍCIOS DE UM SORRISO TEU

79. CRONOS ENLOUQUECEU!

80. OLYMPUS: LIVRO VIII - MUSAS E MEDUSAS

81. SOMBRAS QUE RESTARAM DE NÓS

82. EROTIQUE 7

83. A CAIXA DE TINTAS DE DEUS

84. PONTES PARA LUGAR NENHUM

85. VELAS SOLTAS AOS VENTOS SOLARES

86. HISTÓRIAS QUE A NOITE NOS TRAZ

87. VESTÍGIOS DE UM FOGO QUE SE APAGOU

88. ARTÍFICE DE VERSOS

89. O TEMPO, ESSE CARRASCO

90. OLYMPUS: LIVRO IX - ESPARTA

91. ESSA SOMBRA EM TEU OLHAR

92. OS OLHOS MÁGICOS DA POESIA

93. VERSOS QUE JAMAIS ESQUECI

94. LÁGRIMAS PROSCRITAS

95. EROTIQUE 8

96. UMA HORA ANTES DO FIM

97. POR TRÁS DA MÁSCARA BRANCA

98. PER...VERSOS AO ANOITECER

99. SOB O OLHAR DE UM POETA

100. TODOS AQUELES VERSOS DE AMOR

101. ESTILHAÇOS DE POEMAS

102. OLYMPUS: LIVRO X - NINFAS

103. TODAS AS ESTAÇÕES DA ALMA

104. LEMBRANÇAS DE UM FUTURO DISTANTE

105. EROTIQUE 9

106. AO DOCE SOM DE UM BOLERO

107. NÁUFRAGOS NA NOITE SEM FIM

.

Participante das antologias:

• “Declame para Drummond 2012” (2012), com o poema “Máscaras”;

• Antologia 2015 – Literatura Goyaz” (2015), com os poemas “Os oceanos entre nós” e “Morpheus”;

• “Desafio” (2016), com os poemas “Finito”,”De solidão e de sonhos” e “Olhar”;

• “Dez Poetas e Eu – Vol. 3” (2016), com os poemas “Átimo”, “Diário”, “Julgamento”, “Roleta russa”, “Buracos negros”, “Paronímia”, “As últimas gotas de orvalho”, “Repositório”, “Simplesmente você” e “Quando eu te conheci”; e

• “Raiz da Poesia” (2017), antologia internacional entre países de língua portuguesa, com os poemas “Os segredos que escondes no olhar”, “Borboleta”, “Autópsia”, “La nuit”, “O tio da suspeita”, “Aldebaran” e “Os sons do silêncio”.

Página no site “Templo de Delfos”, relicário da Literatura:

http://www.elfikurten.com.br/2016/08/marcos-avelino-martins.html

Contato: cygnusinfo@gmail.com

Celular: (62) 99971-9306

Mais publicações desse autor
Ver a lista completa
Impresso
R$ 48,27
Ebook
R$ 23,57
Impresso
R$ 52,43
Ebook
R$ 23,57
Impresso
R$ 47,24
Ebook
R$ 23,57
Impresso
R$ 46,72
Ebook
R$ 23,57
Impresso
R$ 68,89
Ebook
R$ 28,95
Impresso
R$ 48,23
Ebook
R$ 23,57
Impresso
R$ 48,41
Ebook
R$ 23,57
Impresso
R$ 48,05
Ebook
R$ 23,57
Impresso
R$ 46,64
Ebook
R$ 23,57
Impresso
R$ 47,33
Ebook
R$ 23,57
Impresso
R$ 48,82
Ebook
R$ 23,57
Comentários

Faça o login deixe o seu comentário sobre o livro.

0 comentários