O ANEL DO LEGIONÁRIO
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Sinopse

O anel foi encontrado nos balcãs, na floresta de Teotoburg. O cálcio resultante da falange do legionário ainda é visível. A data provável é século I d.C. A Legião de origem seria a XIX.

A Legio XIX foi uma legião romana (recrutada para serviço militar) em 41 ou 40 a.C. por Augusto. Eles foram destruídos em 9 d.C. na Batalha da Floresta de Teutoburg. O emblema da XIX legião é desconhecido, mas provavelmente foi o Capricórnio como outras legiões impostas por Augusto.

A primeira designação foi na Sicília, onde Sexto Pompeu, filho de Pompeu, ainda se rebelava. Essa revolta colocou o suprimento de grãos de Roma em perigo e precisou de uma resposta dura.

Em 30 a.C., veteranos da XIX legião foram instalados perto de Pisa, e depois disso, o resto da legião foi alocado na fronteira do Reno com o acampamento base em Colônia. A XIX legião participou das campanhas alemãs de Druso (13 a 9 a.C.) e Tibério (8 a 5 a.C.). Por volta do ano 5 a.C., A Germania era uma província romana e Públio Quintilius Varus foi designado como governador.

Em setembro do ano 9 d.C., Arminius, líder dos Cherusci e aliado romano, preparou uma armadilha. Ele relatou uma grande revolta de uma das tribos ocidentais e sugeriu o retorno do governador e suas legiões para o Reno. Varus aceitou a sugestão e foi com as legiões XVII, XVIII e XIX. O exército ficou preso perto de Osnabrück e foi completamente destruído na Batalha da Floresta de Teutoburg. Entre 16 e 18, Germanicus, o líder dos exércitos do Reno, procurou os restos das legiões. Seu exército enterrou os corpos e recuperou as águias das legiões para Roma.

Características
Número de páginas 43
Edição 1 (2018)
Formato A4 (210x297)
Tipo de papel Offset 75g
ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista e escritor, é autor de diversos livros, a exemplo da “Cartas de Amor”, “Um Poema para Você”, “Versos Dispersos e Prosa Esparsa”, “Exemplos que Edificam”, Rádio Novela “Gavião Rasteira e o Zoológico do Inferno”, “Lições que não Esqueci”, “Anos de Roubalheira”, “O Encontro”, “Épicos”, “Política”, “Mandacaru, A Origem” e “Julio Cesar”, “Pascal”, “Nogueira” “Cartas de Tobias”. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, da qual é o atual presidente (biênio 2015-2017).

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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