Vivemos cercados por discursos, debates, escândalos, opiniões e imagens políticas o tempo todo. Mas, em meio a tanta exposição, uma pergunta permanece: será que ainda participamos da vida pública de forma real, ou apenas assistimos a ela de longe?
Esta obra convida o leitor a refletir sobre uma das grandes inquietações do nosso tempo: a transformação da política em espetáculo e o esvaziamento silencioso da cidadania. Em vez de enxergar o cidadão como protagonista da vida coletiva, o mundo contemporâneo parece empurrá-lo para o papel de público permanente — alguém que comenta, reage, compartilha, torce, mas raramente interfere de fato no rumo das coisas.
Com escrita reflexiva, provocadora e clara, o livro examina temas como a substituição da ação pela reação, a política moldada pela lógica da visibilidade, o engajamento reduzido a performance e a dificuldade de preservar o sentido do comum em uma era dominada pela imagem. Ao longo das páginas, o leitor é levado a repensar o que significa participar, representar, decidir e agir em uma democracia cada vez mais atravessada pela encenação.
Mais do que denunciar um problema, esta obra abre uma reflexão necessária sobre o lugar que ocupamos no mundo político de hoje. É uma leitura para quem deseja compreender melhor seu tempo, questionar as formas atuais de participação pública e recuperar, no meio do ruído, a importância da consciência crítica e da ação.
| Número de páginas | 199 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | Pocket (105x148) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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