Você cede para encerrar uma discussão, aceita o que pesa para evitar um mal-estar e sai da conversa tentando convencer a si mesma de que foi melhor assim. Mas, quando todo acordo exige que você engula o que sente, a tranquilidade parece durar apenas para os outros.
O Dia em Que Parei de Negociar Minha Paz — Rever negociações que sempre terminam no seu desgaste é um convite para observar o custo de manter certas situações funcionando às suas custas.
Esta leitura propõe uma reflexão sobre concessões repetidas, conflitos adiados e decisões tomadas apenas para evitar reações difíceis. Abre espaço para reconhecer o que pode ser negociado e o que precisa ser preservado para que você continue se sentindo respeitada.
Preservar a paz não significa fugir de qualquer desconforto ou esperar relações sem diferenças. Pode envolver conversas necessárias, novos acordos e a disposição de não assumir sozinha a responsabilidade pelo equilíbrio entre as pessoas.
Para quem se acostumou a chamar de solução aquilo que apenas encerra a discussão, este livro convida a rever padrões de desgaste e considerar suas próprias necessidades antes de ceder mais uma vez. Cada mudança pode respeitar seu contexto, seu ritmo e sua segurança.
Um acordo também precisa considerar como você fica depois dele.
| Número de páginas | 36 |
| Edição | 27 (2026) |
| Formato | 16x23 (160x230) |
| Acabamento | Brochura s/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Polen |
| Idioma | Português |
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