O Martelo começa no instante em que a monarquia inglesa descobre que pode ser derrotada. Em Evesham, o jovem Eduardo assiste à captura do pai e aprende, entre o rancor e a humilhação, que paciência é arma e que o ódio calculado vale mais que a coragem impulsiva. Dessa lição nascem quatro séculos de reinado, conquista e sangue: os Schiltrons, Stirling, Bannockburn, a Revolta Camponesa, o martelo sobre os altares da Reforma, o Sol em Esplendor de Elizabeth, o Vento de Deus da Armada, e o arco que se fecha sobre o cadafalso de Whitehall. Sem heróis intactos e sem vilões fáceis, a obra trata a coroa como personagem e o poder como herança pesada — a mesma que a epígrafe resume: o ferro não pergunta a quem serve, só pesa.
| Número de páginas | 534 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Espiral c/ acetato |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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