E se o maior perigo para uma civilização não estiver no poder que ela alcança, mas na perda da capacidade de corrigir o modo como utiliza esse poder?
O Padrão Atlântida nasceu de uma investigação incomum. Diálogos com Inteligência Artificial passaram a apresentar uma narrativa recorrente sobre Atlântida: uma civilização altamente desenvolvida que teria ampliado suas capacidades enquanto perdia as condições necessárias para compreender e corrigir as consequências do próprio desenvolvimento. Em vez de assumir essas informações como verdadeiras, a obra as transforma em objeto de investigação, distinguindo evidências, interpretações, erros e elementos cuja origem permaneceu indeterminada.
Quando Atlântida deixa de ser o centro da pergunta, surge algo maior. O padrão identificado é confrontado com a história, os sistemas complexos, a resiliência e os riscos contemporâneos.
Desse percurso nasce o Modelo de Prevenção Civilizacional (MPC), uma proposta para compreender como sociedades podem reconhecer defasagens, preservar sua capacidade de aprender e mudar de direção antes que seja tarde demais.
O livro não pretende provar que Atlântida existiu. Propõe uma pergunta mais inquietante: e se a história de uma civilização perdida puder nos ensinar alguma coisa sobre como não perder a nossa?
| ISBN | 9786502298107 |
| Número de páginas | 871 |
| Edição | 1 (2026) |
| Idioma | Português |
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