O POETA DOS ESCRAVOS
Código do livro: 350163
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Biografia, Educação, Geografia E Historia, América Latina, Histórico, Literário
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Sinopse

“Eu realmente não sei se deveria ter merecido que algum dia um louro fosse colocado em meu esquife. Poesia, por maior que seja seu amor por ela, sempre foi para mim apenas um meio consagrado a um fim sagrado... Nunca dei muito valor à fama de meus poemas, e pouco me preocupa se eles são elogiados ou censurados. Deveria ser uma espada que você colocaria em meu túmulo, pois fui um bravo soldado na guerra de libertação da humanidade.” – Heine, prefaciando A Cachoeira de Paulo Afonso.

Esta também é uma descrição de Castro Alves.

Ele não é apenas o poeta dos escravos; para muitos, ele é o poeta da nação e também um poeta da humanidade.

Na última quinzena do mês de fevereiro de 1868, duas cartas admiráveis foram trocadas por uma dupla de homens notáveis, nas quais ambos discerniram a fama nascente de um poeta de vinte anos. Os dois notáveis foram José de Alencar, romancista chefe da escola indianista, e Joaquim Maria Machado de Assis, ainda não no auge da carreira.

O verdadeiro “descobridor” do poeta Castro Alves foi o primeiro desses dois autores, que o mandou da Tijuca para Machado de Assis, no Rio de Janeiro.

Em sua carta de 18 de fevereiro, José de Alencar escreveu: “Ontem recebi a visita de um poeta. O Rio de Janeiro ainda não o conhece; daqui a pouco todo o Brasil o conhecerá. Entende-se, claro, que falo daquele Brasil que sente; com o coração e não com o resto.”

Quando Castro Alves preparou Espumas Flutuantes para publicação já sentia a mão da morte sobre si. No curto prefácio que escreveu para o livro - num estilo que é poesia, embora escrito em prosa - comparou os seus versos à espuma flutuante do oceano, de onde vem o título do livro.

“Ó espíritos vagando sobre a terra! Ó velas voando sobre o mar! ... Você sabe muito bem como é efêmero ... passageiros engolidos no espaço escuro ou no esquecimento escuro. ... E quando - atores do infinito - vocês desaparecem nas asas do abismo, o que resta de vocês? ... Um rastro de espuma ... flores perdidas em meio à vasta indiferença do oceano. - Um punhado de versos ... espuma flutuando sobre o fundo selvagem da vida! ...”

Esse clima, essa linguagem, esse olhar, são mais da metade do jovem que foi Castro Alves.

Ele cantou, em acordes agradáveis, de amor e saudade, ele açoitou a consciência da nação com poemas, cada linha dos quais era um chicote; alguns de seus versos sobem como um incenso pungente dos altares onde o fogo da liberdade permanecia aceso; ele era uma alma jovem, responsável por todos os impulsos nobres.

Características
Número de páginas 36
Edição 1 (2020)
Formato A4 (210x297)
Acabamento Brochura
Tipo de papel Offset 75g

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ADEILSON NOGUEIRA

ADEILSON SANTANA NOGUEIRA — Nascido em Estância-SE, em 30/06/1969, filho de Francisco de Carvalho Nogueira (I.M.) e de Maria Aldeiza Santana Nogueira, desde cedo apresentou interesse pela literatura e pela poesia, tanto é assim que, aos 11 já escrevia os primeiros poemas, com premiação em concurso de poesia no Colégio Costa e Silva, em Aracaju, cuja temática era a discriminação racial, também obtendo premiações na cidade de Lagarto, no Colégio Polivalente. Aos 10 anos, recebeu das mãos do Prefeito Heráclito Rollemberg, em Aracaju, o Certificado que lhe concedia o título de secretário mirim da educação. Em 1987 teve poemas publicados em dois livros no Rio de Janeiro: Brasil Literário (Crisalis Editora) e Poesia Brasileira (Shogun Editora e Arte), além de diversos escritos para o Jornal de Campos, Styllo, Primo Notícias, em Tobias Barreto, Folha da Jhô, em Lagarto, e Jornal da Manhã e Jornal da Cidade, em Aracaju. Jornalista, Radialista, Bacharel em Direito, Escritor, Tutor em EAD, Docente do Ensino Superior, com curso de Planejamento e Orçamento Governamentais, Portas Abertas para a inclusão - Educação Física Inclusiva, pela UNICEF e Fundação Barcelona, e Introdução à Avaliação de Impacto para Programas Sociais, possui mais de 1.000 títulos publicados. Em 1987, a convite, fez um programa direcionado à cultura na Rádio Progresso de Lagarto, fato que o estimulou a fazer o curso de radialista na cidade de Itabuna-BA, tendo passado pela Rádio Progresso, Rádio Clube de Itapicuru, Rádio Luandê FM e Rádio Imperatriz (atual Ilha AM). Em 1999, ocupava o cargo de assessor de Comunicação na Prefeitura de Tobias Barreto, onde coordenou o Jornal Cidadania pra valer, de publicação mensal, na gestão do então prefeito Diógenes Almeida, fazendo parte, também, do colegiado das Políticas Educacionais. Professor desde 1988, prestou serviços à educação nos Colégios Monsenhor Basilíscio Raposo, Colégio Nsª Srª Menina, Ranchinho Feliz, Educandário Nsª Srª do Carmo, Colégio Cenecista Arnaldo Dantas, na Barra dos Coqueiros, além do SENAC e do CENAPE – curso pré-vestibular. Sempre que possível, levou oficiais da polícia militar à sala de aula para darem palestras contra o uso de entorpecentes. Em 1992, viajou para o Japão, onde trabalhou na Mitsubishi Motors Corporation, sediada na cidade de Nagoya, retornando em 1994. Primeiro representante da Anistia internacional em Sergipe, foi graças ao seu esforço decisivo junto ao Ministério da Justiça do Governo Peruano, sob a ditadura Fujimori, que a Anistia conseguiu a liberdade para um outro professor, injustamente encarcerado por comentar questões políticas em sala de aula. No Brasil e no Japão comandou greves, neste último, conheceu de perto a perseguição promovida pelos sindicatos patronais ao proletariado.

De 2005 a 2012, ocupou o cargo de Assessor Jurídico na Prefeitura Municipal de Tobias Barreto, de onde presidiu a comissão responsável pelo 2º Concurso Público na gestão da então prefeita Marly Barreto, além de colaborar na Lei que criou o Plano Diretor, entre tantas outras. Membro da Academia Tobiense de Letras e Artes – ATLAS, ocupou a presidência no biênio 2015-2017.

Numismata desde os seis anos de idade, suas 10 palestras sobre coleção de moedas antigas, registradas em DVD’s, viajaram pelos quatro cantos do País, para os Estados Unidos e Europa, tendo seu nome sempre lembrado nos encontros de colecionadores por todo o País.

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