O TEMPO, ESSE CARRASCO
POEMAS
Código do livro: 375809
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Poesia, Literatura Nacional, Entretenimento
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Sinopse

89º livro do autor das seguintes obras, todas elas publicadas no Clube de Autores e na Amazon (exceto "Poeticamente teu", da Coleção Prosa e Verso 2019, da Prefeitura de Goiânia):

1. OS OCEANOS ENTRE NÓS

2. PÁSSARO APEDREJADO

3. CABRÁLIA

4. NUNCA TE VI, MAS NUNCA TE ESQUECI

5. SOB O OLHAR DE NETUNO

6. O TEMPO QUE SE FOI DE REPENTE

7. MEMÓRIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO

8. ATÉ A ÚLTIMA GOTA DE SANGUE

9. EROTIQUE

10. NÃO ME LEMBREI DE ESQUECER DE VOCÊ

11. ATÉ QUE A ÚLTIMA ESTRELA SE APAGUE

12. EROTIQUE 2

13. A CHUVA QUE A NOITE NÃO VIU

14. A IMENSIDÃO DE SUA AUSÊNCIA

15. SIMÉTRICAS – 200 SONETOS (OU COISA PARECIDA) DE AMOR (OU COISA PARECIDA)

16. AS VEREDAS ONDE O MEU OLHAR SE PERDEU

17. A MAGIA QUE SE DESFEZ NA NOITE

18. QUAL É O SEGREDO PARA VIVER SEM VOCÊ?

19. OS TRAÇOS DE VOCÊ

20. STRADIVARIUS

21. OS SEGREDOS QUE ESCONDES NO OLHAR

22. ATÉ SECAREM AS ÚLTIMAS LÁGRIMAS

23. EROTIQUE 3

24. OS POEMAS QUE JAMAIS ESCREVI

25. TUA AUSÊNCIA, QUE ME DÓI TANTO

26. OS DRAGÕES QUE NOS SEPARAM

27. O VENTO QUE NA JANELA SOPRAVA

28. EROTIQUE 4

29. A NOITE QUE NÃO TERMINOU NUNCA MAIS

30. AS HORAS QUE FALTAM PARA TE VER

31. OLYMPUS: LIVRO 1 – EROS (1ª PARTE)

32. OLYMPUS: LIVRO 1 – EROS (2ª PARTE)

33. NO AR RAREFEITO DAS MONTANHAS

34. VOCÊ SE FOI, MAS ESTÁ AQUI

35. O AMOR QUE SE FOI E NÃO VOLTOU

36. OS VÉUS DA NOITE

37. OLYMPUS: LIVRO II - ARES, ARTHEMIS, ATHENA, CHRONOS, HADES, MORPHEUS E POSEIDON

38. MADRUGADAS DE SEDUÇÃO

39. O LUAR QUE EM TEUS OLHOS HABITA

40. QUANDO SUA AUSÊNCIA ERA TUDO QUE HAVIA (contos e crônicas)

41. ESSA SAUDADE QUE NÃO QUER IR EMBORA

42. OLYMPUS: LIVRO 1 – EROS (3ª PARTE)

43. UM ÚLTIMO BEIJO EM PARIS

44. OLYMPUS: LIVRO III – APHRODITE, APOLLO, EREBUS, GAIA, HERA E ZEUS

45. DE QUAL SONHO MEU VOCÊ FUGIU?

46. O LABIRINTO NO FIM DO POEMA

47. CADÊ O AMOR QUE ESTAVA AQUI?

48. OS RIOS QUE FOGEM DO MAR

49. ÚLTIMOS VERSOS PARA UM PERDIDO AMOR

50. OLYMPUS: LIVRO IV – PANTHEON

51. AH, POESIA, O QUE FIZESTE?

52. UM VERSO SUICIDA

53. ELA SE FOI, E NEM DEIXOU MENSAGEM

54. A NAVE QUE TE LEVOU PARA LONGE

55. EROTIQUE 5

56. O LADO NEGRO DA POESIA

57. UM OLHAR VINDO DO INFINITO

58. APENAS UM CONTADOR DE HISTÓRIAS

59. RÉQUIEM PARA UM AMOR NAUFRAGADO

60. OLYMPUS: LIVRO V – THESSALIA

61. POETICAMENTE TEU

62. AQUELA NOITE DO ADEUS

63. PASSOS QUE SE AFASTAM NA NOITE

64. FRAGMENTOS DE UM SONHO QUE PASSOU

65. OLYMPUS: LIVRO VI – PARTHENON

66. PASSAGEM PARA A SAUDADE

67. A PORTA DA SOLIDÃO

68. NUNCA MAIS TEUS BEIJOS

69. EROTIQUE 6

70. CIRANDA POÉTICA

71. AS HISTÓRIAS QUE NÃO TE CONTEI

72. A ÚLTIMA VEZ EM QUE TE AMEI

73. ESSA AUSÊNCIA QUE ME DEVORA

74. A NOITE IMENSA SEM ELA

75. OLYMPUS: LIVRO VII – ACROPOLIS

76. PORÕES E NAUFRÁGIOS

77. UM TROVADOR NO SÉCULO XXI

78. RESQUÍCIOS DE UM SORRISO TEU

79. CRONOS ENLOUQUECEU!

80. OLYMPUS: LIVRO VIII – MUSAS E MEDUSAS

81. SOMBRAS QUE RESTARAM DE NÓS

82. EROTIQUE 7

83. A CAIXA DE TINTAS DE DEUS

84. PONTES PARA LUGAR NENHUM

85. VELAS SOLTAS AOS VENTOS SOLARES

86. HISTÓRIAS QUE A NOITE NOS TRAZ

87. VESTÍGIOS DE UM FOGO QUE SE APAGOU

88. ARTÍFICE DE VERSOS

Alguns trechos:

“O tempo, esse carrasco, / Insano devorador de segundos, / Que confina nossa vida num frasco, / Enquanto sonhamos conquistar outros mundos...”

“Mergulho em teus oceanos, / Invado o teu monte de Vênus, / Mesclam-se os nossos destinos, / Meus dedos agem como teus donos, / E nossos corpos tornam-se unos...”

“A minha vida se reestruturou, / Estou em outro Universo, / Morando dentro de um verso, / Que me capturou / E jamais soltará...”

“Mas tenho em mim todas as idades, / Desde o jovem que fui e algumas vezes amou, / De um tempo que deixou tantas saudades, / E que a minha Poesia abraçou...”

“Nossas noites / Corpos ardentes / Pura magia / Paixão eterna”

“Para eu lhe contar os detalhes, / Tudo o que ficou nas entrelinhas, / E que lhe despertaram a curiosidade, / Pois você andou pensando / E percebeu que talvez, apenas talvez, / Não devesse ter recusado...”

“E pergunta-me por que demoramos tanto / A finalmente nos darmos uma chance / Para chegarmos a essa apoteose de encanto / Ao início desse interminável romance”

“Mas nesse tempo que para trás corria, / Como poderia lhe contar, antes de morrer, / Aquelas histórias que nunca aconteceram / No futuro do pretérito que jamais existiu?”

“Depois de mais um beijo digno de almanaque, / Coloco então a tua paixão em cheque, / Ao despir a última peça de tua roupa chique, / E a tua linda nudez deixa-me em choque, / A esperares, trêmula, que meu amor te eduque...”

“Mas os anos não me trouxeram a paz, / Enquanto rios se afogavam no mar, / A roda do tempo não me fez feliz...”

“Por isto, se me permite a curiosidade, / Por favor diga-me / Para qual tipo de inferno / Você por cargas d’água pensa / Que eu gostaria de voltar?”

“Dê-me um pouco do seu tudo, / Em troca de muito do meu nada, / Deixe-me ser o seu escudo / Até o fim de nossa jornada, / Não importa que eu fique mudo, / Ou que você fique calada...”

“Beijos furiosos / Corpos colados / Espelhos curiosos / Sonhos realizados”

“Madrugada sedenta / Bocas exploratórias / Paixão violenta / Lindas memórias”

“Espere um instante enquanto me lembro / De melancólicos dias de velhas primaveras, / Essa antiga amiga que chega em Setembro, / E sempre me recorda de paixões sinceras, / Que se foram, há tantas décadas atrás, / Mas jazem por aqui, em algum lugar da memória, / Nessas tristonhas noites de Goiás,”

“Confesse sim / Se já me amou algum dia, / E eu lhe direi por fim, / Que em você mora a Poesia...”

“Minha escuna em teus mares navega, / À mercê de tuas luas e correntes, / E em tuas profundezas meu corpo ancora, / A percorrer teus lábios sorridentes, / E a teus encantos minha alma se entrega, / Desde o anoitecer até o romper da aurora!”

“Como foi que jamais reparei / Em teus olhos tristes que me seguiam? / E agora, como será que direi / Que só agora vi o que teus olhos diziam?”

“A penetrar teus segredos / Com meus beijos e dedos / Por uma noite apenas / Talvez seguida de outras centenas / Até que aprendamos enfim a conjugar / Todos os tempos do verbo amar”

“Nunca mais voltarei, / Não quero mais tuas carícias, / Estou farto de teu desamor, / Dessa incerteza infinita, / Como antes nunca senti, / Não quero mais sofrer por amor, / Prefiro a solidão à desdita, / Que diferença faz se ainda gosto de ti?”

“Dentro de mim há invernos / Internos, / Eternos, / Bilhetes de amor esquecidos em bolsos de ternos, / Saudade de abraços fraternos, / Rumo a inesperados infernos, / Nesses pandêmicos tempos modernos, / Tantas páginas em branco, deixadas em antigos cadernos...”

“E, no ardor dessa chama, / Ficar longe torna-se um problema, / E não há palavra que exprima / O amor que se entranhou no genoma, / Durante um beijo numa banheira de espuma!”

“Essas palavras que afloram de meus dedos, / Narrando fatos dos quais me esquecera, / Causam-me uma inesperada nostalgia, / Como se revelassem recônditos segredos / De uma paixão morta que ao Hades descera, / E da qual só me restou essa melancolia!”

“O rio de minha vida está perto / De cumprir o seu curso / E jogar-se em seu estuário, / Misturando-se ao mar aberto, / Que o aguarda no fim do percurso, / Fechando enfim o seu calendário...”

“Os círculos do amor, vorazes, se sucedem, / Um atrás do outro, em ciclos intermináveis, / Inexoravelmente interligados. / Antigos amantes súbito se despedem, / Deixando cicatrizes incuráveis, / E pesadelos para sempre lembrados.”

“E quem seria maluco de acreditar / Que não existe nada entre nós, / Se nossos olhares se entregam, / E se procuram sem cessar, / Na volúpia que há nos olhares / Interligados pelo verbo amar?”

“Em Roma, às margens do Rio Tibre, / Encharcando-me de Cuba Libre, / Súbito, pego-me pensando nela, / Cuja lembrança sempre me enregela, / Sob a luz desse imenso luar,”

“Nosso caso de amor nunca teve substância, / Nem mesmo me lembro por que começou, / E dele, só me restou essa enorme decepção, / Um quadro de força no qual queimou o fusível...”

“Devo de novo sepultá-la em minhas memórias, / Junto com todos os meus outros porquês / E as demais lembranças irrisórias, / Até que um dia você volte outra vez?”

“Barreiras milenares subitamente caíram, / Armas abandonadas depois de guerras sem fim, / Abraços unindo antigos ferozes inimigos, / E a Paz tão almejada tornou-se tão próxima, / Que até Deus, em Sua infinita magnitude, / Perguntou-se porque nunca antes tivera a ideia / De mandar a tristeza assombrar o inferno...”

“Será que minha essência você captou, / Mesmo que nesses traços tão diversos, / Terá me retratado assim como sou, / Escravo deformado de meus versos?”

“Num sonho estranho que tive, / Caminhei sobre as águas, / Como se asas em minhas costas houvesse, / Espalhei com minhas palavras esperança, / Curei dezenas de doentes, / E ressuscitei defuntos, / Arrancando-os do reino de Plutão!”

“Quando terá surgido a intempérie / Que sobre nós dois assim desabou, / E todas as desventuras em série, / Depois que nosso amor acabou?”

“E agora, o que faço nesses mares remotos, / Sem rumo, ao sabor dessa tempestade? / Um incêndio destruiu todas as suas fotos, / Qual será o antídoto para essa maldita saudade?”

“Amigos meio loucos, / Que seguram sua mão / Quando você quer pular / De um rochedo sobre o oceano, / E, se você insistir com o salto, / Jogam-se junto contigo, / São imprescindíveis / Nessa aventura que chamamos de vida...”

“Teu perfume ficou por aqui, insinuante, / E os espelhos de tua imagem ficaram repletos, / Teu riso ainda se ouve em meu quarto, / Escuto os ecos de teu êxtase triunfante, / Sinto teu cheiro em cada um dos objetos / Esquecidos, mas que nunca descarto...”

“Esse silêncio excruciante, esse nada, / Não me ensina a enfrentar a madrugada, / Apertando-me como um torniquete, / Nessa ausência que me puxou o tapete,”

“De onde surgiu esse espectro do passado, / Reminiscência de um amor que morreu, / De qual poço sombrio foi ejetado, / E por que parece ainda mais triste que eu?”

“Você vive em minhas memórias vadias, / Mas às vezes delas escapa, / E é sempre num daqueles dias / Em que só tenho do Batman a capa!”

“Como faço para fugir dessa cela, / Num lugar qualquer de minha mente? / Como driblar esse roteiro de novela, / Que me aprisionou de repente, / Como esquecerei que você é tão bela, / Mas perigosa como uma serpente?”

“Ando com pavio curto, / Por favor, não me provoque, / Se o fizer, de repente eu surto, / E descarrego em você todo o estoque / De xingamentos e maldições / Que guardo num canto escuro da mente, / Cheio de memórias de naufrágios e porões,”

“Sim / Com certeza confessaria que / Eu te amo / Se perguntasses se / Alguma vez / Pensei em nós dois / Ou se jamais / Algum dia eu me lembrei de ti”

“Por que me olhas com tanta tristeza, / Como se fosse minha a culpa por ela? / Não pode ser, esse não é só um olhar sofredor, / O que leio em tua face causa-me surpresa, / Como nunca reparei nessa paixão que há nela, / Será que esse fogo não passa de loucura de amor?”

“Tal seria o preço a pagar pela revelação / Do segredo dos portais para sempre fechados, / E por causa disto, permaneço calado, / A guardar esse segredo sombrio da Escuridão, / E assim meus lábios permanecem selados, / Pois como viveria, sem você ao meu lado?”

“Andei procurando na Ásia, / Um remédio contra amnésia, / Fui até parar na Tunísia, / Onde encontrei um meu sósia, / E depois mais uma dúzia!”

“Fui buscá-la ainda antes das vinte, / E passamos a noite toda acordados, / Explorando-nos, extasiados, / Entre beijos deliciosos / E gritos escandalosos, / Amando-nos de todas as formas, / Transgredindo todas as normas,”

“O que posso fazer nessa batalha / Contra lembranças que se acumulam? / Como não ficar triste se meu rosto se orvalha, / Se nem posso evitar que soluços escapulam?”

“O amor é um enigma, / Sufocante, tonitruante, opressor, / Que carregamos como um estigma, / E passa por cima, como um rolo compressor!”

“Convide-me para tomarmos um drinque, / E, por toda a noite seguinte, / Com meus lábios sedentos brinque, / Beijando-me com todo requinte!”

“If by any chance, someday, / We bump into each other, / In one of these bad lucks in life, / Please pretend you don't know me, / And that our bodies / Never had any contact, / Even though your smell / Still be impregnated in me...”

Características
ISBN 979-85-071-3836-4
Número de páginas 103
Edição 1 (2021)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Couche 90g

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MARCOS AVELINO MARTINS

BIOGRAFIA

Engenheiro Eletricista pela Universidade de Brasília por formação, Analista de Sistemas por opção, poeta por destino, casado, 2 filhos e 1 neto, apreciador de boa música, cinema, literatura, HQs, seriados e amigos (não necessariamente nesta ordem).

Escreve desde os 17 anos, inicialmente letras de músicas, alguns contos avulsos, poemas esparsos, e de alguns anos para cá, com uma produção intensa, já com 90 livros publicados, sendo 89 deles pelo Clube de Autores e pela Amazon, e 1 da Coleção Prosa e Verso 2019 da Prefeitura de Goiânia - GO.

LIVROS PUBLICADOS:

1. OS OCEANOS ENTRE NÓS

2. PÁSSARO APEDREJADO

3. CABRÁLIA

4. NUNCA TE VI, MAS NUNCA TE ESQUECI

5. SOB O OLHAR DE NETUNO

6. O TEMPO QUE SE FOI DE REPENTE

7. MEMÓRIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO

8. ATÉ A ÚLTIMA GOTA DE SANGUE

9. EROTIQUE

10. ATÉ QUE A ÚLTIMA ESTRELA SE APAGUE

11. NÃO ME LEMBREI DE ESQUECER DE VOCÊ

12. EROTIQUE 2

13. A CHUVA QUE A NOITE NÃO VIU

14. A IMENSIDÃO DE SUA AUSÊNCIA

15. SIMÉTRICAS

16. AS VEREDAS ONDE O MEU OLHAR SE PERDEU

17. A MAGIA QUE SE DESFEZ NA NOITE

18. QUAL É O SEGREDO PARA VIVER SEM VOCÊ?

19. OS TRAÇOS DE VOCÊ

20. STRADIVARIUS

21. OS SEGREDOS QUE ESCONDES NO OLHAR

22. ATÉ SECAREM AS ÚLTIMAS LÁGRIMAS

23. EROTIQUE 3

24. OS POEMAS QUE JAMAIS ESCREVI

25. TUA AUSÊNCIA, QUE ME DÓI TANTO

26. OS DRAGÕES QUE NOS SEPARAM

27. O VENTO QUE NA JANELA SOPRAVA

28. EROTIQUE 4

29. A NOITE QUE NUNCA MAIS TERMINOU

30. AS HORAS QUE FALTAM PARA TE VER

31. OLYMPUS: LIVRO 1 – EROS (1ª PARTE)

32. OLYMPUS: LIVRO 1 – EROS (2ª PARTE)

33. NO AR RAREFEITO DAS MONTANHAS

34. VOCÊ SE FOI, MAS ESTÁ AQUI

35. O AMOR QUE SE FOI E NÃO VOLTOU

36. OS VÉUS DA NOITE

37. OLYMPUS: LIVRO II - ARES, ARTHEMIS, ATHENA, CHRONOS, HADES, MORPHEUS E POSEIDON

38. MADRUGADAS DE SEDUÇÃO

39. O LUAR QUE EM TEUS OLHOS HABITA

40. QUANDO SUA AUSÊNCIA ERA TUDO QUE HAVIA (contos e crônicas)

41. ESSA SAUDADE QUE NÃO QUER IR EMBORA

42. OLYMPUS: LIVRO I - EROS (3ª PARTE)

43. UM ÚLTIMO BEIJO EM PARIS

44. OLYMPUS: LIVRO III - APHRODITE, APOLLO, GAIA, HERA E ZEUS

45. DE QUAL SONHO MEU VOCÊ FUGIU?

46. O LABIRINTO NO FIM DO POEMA

47. CADÊ O AMOR QUE ESTAVA AQUI?

48. OS RIOS QUE FOGEM DO MAR

49. ÚLTIMOS VERSOS PARA UM PERDIDO AMOR

50. OLYMPUS: LIVRO IV - PANTHEON

51. AH, POESIA, O QUE FIZESTE?

52. UM VERSO SUICIDA

53. ELA SE FOI, E NEM DEIXOU MENSAGEM

54. A NAVE QUE TE LEVOU PARA LONGE

55. EROTIQUE 5

56. O LADO NEGRO DA POESIA

57. UM OLHAR VINDO DO INFINITO

58. APENAS UM CONTADOR DE HISTÓRIAS

59. RÉQUIEM PARA UM AMOR NAUFRAGADO

60. OLYMPUS: LIVRO V - THESSALIA

61. POETICAMENTE TEU (da Coleção Prosa e Verso 2019 da Prefeitura de Goiânia - GO)

62. AQUELA NOITE DO ADEUS

63. PASSOS QUE SE AFASTAM NA NOITE

64. FRAGMENTOS DE UM SONHO QUE PASSOU

65. OLYMPUS: LIVRO VI – PARTHENON

66. PASSAGEM PARA A SAUDADE

67. A PORTA DA SOLIDÃO

68. NUNCA MAIS TEUS BEIJOS

69. EROTIQUE 6

70. CIRANDA POÉTICA

71. AS HISTÓRIAS QUE NÃO TE CONTEI

72. A ÚLTIMA VEZ EM QUE TE AMEI

73. ESSA AUSÊNCIA QUE ME DEVORA

74. A NOITE IMENSA SEM ELA

75. OLYMPUS: LIVRO VII – ACROPOLIS

76. PORÕES E NAUFRÁGIOS

77. UM TROVADOR NO SÉCULO XXI

78. RESQUÍCIOS DE UM SORRISO TEU

79. CRONOS ENLOUQUECEU!

80. OLYMPUS: LIVRO VIII - MUSAS E MEDUSAS

81. SOMBRAS QUE RESTARAM DE NÓS

82. EROTIQUE 7

83. A CAIXA DE TINTAS DE DEUS

84. PONTES PARA LUGAR NENHUM

85. VELAS SOLTAS AOS VENTOS SOLARES

86. HISTÓRIAS QUE A NOITE NOS TRAZ

87. VESTÍGIOS DE UM FOGO QUE SE APAGOU

88. ARTÍFICE DE VERSOS

89. O TEMPO, ESSE CARRASCO

90. OLYMPUS: LIVRO IX - ESPARTA

91. ESSA SOMBRA EM TEU OLHAR

92. OS OLHOS MÁGICOS DA POESIA

Participante das antologias:

• “Declame para Drummond 2012” (2012), com o poema “Máscaras”;

• Antologia 2015 – Literatura Goyaz” (2015), com os poemas “Os oceanos entre nós” e “Morpheus”;

• “Desafio” (2016), com os poemas “Finito”,”De solidão e de sonhos” e “Olhar”;

• “Dez Poetas e Eu – Vol. 3” (2016), com os poemas “Átimo”, “Diário”, “Julgamento”, “Roleta russa”, “Buracos negros”, “Paronímia”, “As últimas gotas de orvalho”, “Repositório”, “Simplesmente você” e “Quando eu te conheci”; e

• “Raiz da Poesia” (2017), antologia internacional entre países de língua portuguesa, com os poemas “Os segredos que escondes no olhar”, “Borboleta”, “Autópsia”, “La nuit”, “O tio da suspeita”, “Aldebaran” e “Os sons do silêncio”.

Página no site “Templo de Delfos”, relicário da Literatura:

http://www.elfikurten.com.br/2016/08/marcos-avelino-martins.html

Contato: cygnusinfo@gmail.com

Celular: (62) 99971-9306

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