QUEM GOVERNA O DESTINO?
A TESE DA PRIMAZIA ONTOLÓGICA DE ORÍ
Orí, Odù, liberdade e a arquitetura da existência na filosofia Yorùbá e no Candomblé
Quem realmente governa o destino de uma pessoa?
Seria o Orí, princípio relacionado à singularidade e à constituição individual? Seria o Odù, que revela e interpreta os caminhos através da divinação? Ou o destino é resultado de uma relação muito mais complexa entre aquilo que recebemos, aquilo que encontramos e aquilo que fazemos com o que nos foi dado?
É a partir dessas perguntas que Dofono de Laalu desenvolve uma investigação filosófica sobre Orí, Odù, destino, liberdade, responsabilidade e existência.
Ao longo desta obra, conceitos fundamentais do pensamento Yorùbá e do Candomblé são colocados em diálogo com questões filosóficas universais: somos livres ou determinados? O destino é uma sentença ou uma arquitetura? Se o oráculo revela o destino, ele também o determina? Se podemos realizar Ẹbọ, cultivar Ìwà e fortalecer Orí, o que isso significa para a ideia de destino?
No centro dessa investigação está uma tese que o autor denomina:
A TESE DA PRIMAZIA ONTOLÓGICA DE ORÍ
A proposta não é transformar essa tese em dogma, mas submetê-la à reflexão, confrontando diferentes interpretações sobre pessoa, destino, divinação, liberdade e responsabilidade.
Uma das distinções fundamentais da obra pode ser resumida em quatro palavras:
ORÍ PORTA. ODÙ REVELA.
Odù pode revelar configurações, possibilidades, advertências e caminhos.
| ISBN | 9798160042480 |
| Número de páginas | 238 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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