PER...VERSOS AO ANOITECER
POEMAS
Código do livro: 410572
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Poesia, Literatura Nacional, Entretenimento
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Sinopse

98º livro do autor das seguintes obras, todas publicadas no Clube de Autores e na Amazon (exceto “Poeticamente Teu”, da Coleção Prosa e Verso 2019, da Prefeitura de Goiânia-GO), em versão impressa e digital:

1. OS OCEANOS ENTRE NÓS

2. PÁSSARO APEDREJADO

3. CABRÁLIA

4. NUNCA TE VI, MAS NUNCA TE ESQUECI

5. SOB O OLHAR DE NETUNO

6. O TEMPO QUE SE FOI DE REPENTE

7. MEMÓRIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO

8. ATÉ A ÚLTIMA GOTA DE SANGUE

9. EROTIQUE

10. NÃO ME LEMBREI DE ESQUECER DE VOCÊ

11. ATÉ QUE A ÚLTIMA ESTRELA SE APAGUE

12. EROTIQUE 2

13. A CHUVA QUE A NOITE NÃO VIU

14. A IMENSIDÃO DE SUA AUSÊNCIA

15. SIMÉTRICAS – 200 SONETOS (OU COISA PARECIDA) DE AMOR (OU COISA

PARECIDA)

16. AS VEREDAS ONDE O MEU OLHAR SE PERDEU

17. A MAGIA QUE SE DESFEZ NA NOITE

18. QUAL É O SEGREDO PARA VIVER SEM VOCÊ?

19. OS TRAÇOS DE VOCÊ

20. STRADIVARIUS

21. OS SEGREDOS QUE ESCONDES NO OLHAR

22. ATÉ SECAREM AS ÚLTIMAS LÁGRIMAS

23. EROTIQUE 3

24. OS POEMAS QUE JAMAIS ESCREVI

25. TUA AUSÊNCIA, QUE ME DÓI TANTO

26. OS DRAGÕES QUE NOS SEPARAM

27. O VENTO QUE NA JANELA SOPRAVA

28. EROTIQUE 4

29. A NOITE QUE NÃO TERMINOU NUNCA MAIS

30. AS HORAS QUE FALTAM PARA TE VER

31. OLYMPUS: LIVRO 1 – EROS (1ª PARTE)

32. OLYMPUS: LIVRO 1 – EROS (2ª PARTE)

33. NO AR RAREFEITO DAS MONTANHAS

34. VOCÊ SE FOI, MAS ESTÁ AQUI

35. O AMOR QUE SE FOI E NÃO VOLTOU

36. OS VÉUS DA NOITE

37. OLYMPUS: LIVRO II - ARES, ARTHEMIS, ATHENA, CHRONOS, HADES,

MORPHEUS E POSEIDON

38. MADRUGADAS DE SEDUÇÃO

39. O LUAR QUE EM TEUS OLHOS HABITA

40. QUANDO SUA AUSÊNCIA ERA TUDO QUE HAVIA (contos e crônicas)

41. ESSA SAUDADE QUE NÃO QUER IR EMBORA

42. OLYMPUS: LIVRO 1 – EROS (3ª PARTE)

43. UM ÚLTIMO BEIJO EM PARIS

44. OLYMPUS: LIVRO III – APHRODITE, APOLLO, EREBUS, GAIA, HERA E ZEUS

45. DE QUAL SONHO MEU VOCÊ FUGIU?

46. O LABIRINTO NO FIM DO POEMA

47. CADÊ O AMOR QUE ESTAVA AQUI?

48. OS RIOS QUE FOGEM DO MAR

49. ÚLTIMOS VERSOS PARA UM PERDIDO AMOR

50. OLYMPUS: LIVRO IV – PANTHEON

51. AH, POESIA, O QUE FIZESTE?

52. UM VERSO SUICIDA

53. ELA SE FOI, E NEM DEIXOU MENSAGEM

54. A NAVE QUE TE LEVOU PARA LONGE

55. EROTIQUE 5

56. O LADO NEGRO DA POESIA

57. UM OLHAR VINDO DO INFINITO

58. APENAS UM CONTADOR DE HISTÓRIAS

59. RÉQUIEM PARA UM AMOR NAUFRAGADO

60. OLYMPUS: LIVRO V – THESSALIA

61. POETICAMENTE TEU

62. AQUELA NOITE DO ADEUS

63. PASSOS QUE SE AFASTAM NA NOITE

64. FRAGMENTOS DE UM SONHO QUE PASSOU

65. OLYMPUS: LIVRO VI – PARTHENON

66. PASSAGEM PARA A SAUDADE

67. A PORTA DA SOLIDÃO

68. NUNCA MAIS TEUS BEIJOS

69. EROTIQUE 6

70. CIRANDA POÉTICA

71. AS HISTÓRIAS QUE NÃO TE CONTEI

72. A ÚLTIMA VEZ EM QUE TE AMEI

73. ESSA AUSÊNCIA QUE ME DEVORA

74. A NOITE IMENSA SEM ELA

75. OLYMPUS: LIVRO VII – ACROPOLIS

76. PORÕES E NAUFRÁGIOS

77. UM TROVADOR NO SÉCULO XXI

78. RESQUÍCIOS DE UM SORRISO TEU

79. CRONOS ENLOUQUECEU!

80. OLYMPUS: LIVRO VIII – MUSAS E MEDUSAS

81. SOMBRAS QUE RESTARAM DE NÓS

82. EROTIQUE 7

83. A CAIXA DE TINTAS DE DEUS

84. PONTES PARA LUGAR NENHUM

85. VELAS SOLTAS AOS VENTOS SOLARES

86. HISTÓRIAS QUE A NOITE NOS TRAZ

87. VESTÍGIOS DE UM FOGO QUE SE APAGOU

88. ARTÍFICE DE VERSOS

89. O TEMPO, ESSE CARRASCO

90. OLYMPUS: LIVRO IX – ESPARTA

91. ESSA SOMBRA EM TEU OLHAR

92. OS OLHOS MÁGICOS DA POESIA

93. VERSOS QUE JAMAIS ESQUECI

94. LÁGRIMAS PROSCRITAS

95. EROTIQUE 8

96. UMA HORA ANTES DO FIM

97. POR TRÁS DA MÁSCARA BRANCA

Alguns trechos:

“Virei ultimamente um escravo,

Desses poemas que escrevo

Que passam por um hesitante crivo,

Para avaliar se têm algo de novo,

Ou se há neles algum verso viúvo…”

“Dias depois, aqui estamos, olhos entrelaçados,

Assim como nossos corpos ardentes,

Numa enorme banheira de espuma,

Esquecendo por algumas horas nossos passados!

Algum dia, seremos, um do outro, confidentes,

Mas não agora, enquanto nossa paixão se consuma...”

“Amanhã, nesse mesmo horário,

Partirei, rumo a lugar nenhum,

Para qualquer cidade distante daqui,

À margem de sonhos antigos,

Ou de falsas ilusões...”

“Aquele ’Oi’ com sua voz de veludo

Soou-me como se dissesse “O que está esperando?”,

Mas, em vez de um beijo na face, apertei sua mão,

Só que aquele seu toque firme disse-me tudo,

Contando-me ter chegado quem estive a vida toda aguardando,

A olhar-me com aquele olhar cheio de paixão!”

“E, como você sumiu,

Deixou-me apenas essa lembrança

De algumas horas vadias,

Nas quais você me usou,

Despudorada,

Incansável,

Irrepreensivelmente sedutora,

Eternizando em mim os seus beijos,

Que nunca mais esqueci...”

“Você é uma fortaleza

Inexpugnável,

Que resiste sempre

Às minhas investidas,

Por mais inventivas que sejam,

Nunca ergue os seus portões,

Indevassáveis,

E jamais me permite

Invadir os seus muros,

Nem mesmo com minhas modernas

Máquinas de guerra,

Disfarçadas de poemas...”

“Hoje, apenas fantoches,

A comermos amanhecidos brioches,

Em vez de filé mignon,

Pois, como tudo que é bom,

Nosso amor desvaneceu,

E aos poucos morreu...”

“Entre beijos voluptuosos

A usufruirmos desse encanto

Causados por atrações mútuas e instantâneas

E depois novamente nossos corpos fogosos

Tocarem-se como jamais o fizeram

Provocando êxtases nunca vistos

Nessa noite que nunca mais será esquecida

Nem as palavras de amor que antes não se disseram

Nesses instantes eternos tanto previstos

Em horas velozes que valerão por uma vida”

“E não se engane com meus versos,

Abrasivos,

Eróticos,

Exóticos,

Convidativos,

Pois são palavras apenas,

Fruto da imaginação,

Mesmo que obscenas,

Carregadas de paixão,

Mas não abrem portas,

Que devem permanecer fechadas,

Não mais do que folhas mortas,

Derrubadas pelo vento nas madrugadas...”

“Pode ser que sejamos inteiros,

Num mundo onde não nos crucifixem,

Por sermos do amor prisioneiros,

E com pregos nossos punhos não transfixem!”

“Mas essa mudança repentina

É irreversível,

Apenas aconteceu na surdina,

Nosso mundo acabou

Em nossa cama vazia,

Nossa festa acabou,

Enquanto você dormia...”

“Tens a majestade do Alhambra,

Que de tua beleza me lembra,

E a sabedoria de Coimbra,

Além de uma voracidade que me assombra,

Quando estamos juntos numa penumbra!”

“Por onde fores, hoje e sempre, eu te acompanho,

Que importa onde passei, nos caminhos de onde venho?

O amor fica mais saboroso com o tempo, como um vinho,

És tão perfeita, que pareces egressa de um sonho,

Uma obra-prima, perto da qual sou um mero rascunho...”

“Fico alguns quilos mais magro,

Ao final de nossos encontros noturnos,

Nos quais não nos damos pausas!

E, nos combates que contigo deflagro,

Que às vezes se estendem por outros turnos,

Teus êxtases de meus sorrisos são causas!”

“Ela é fake como uma nota de trinta,

Come frango e arrota peru,

Faz pose de nobre,

Mas na verdade é pobre,

E por isto usou pouca tinta

No cabelo pintado de azul!”

“Nossa novela chegou ao final,

Sem festa e sem final feliz...

Os outros atores saíram antes,

Pois nada havia para celebrar,

E, no cenário principal,

Apenas algumas malas,

Carregadas de recordações,

Roupas que talvez já não servissem,

Bilhetes que o tempo apagou,

Algumas poucas lembranças boas,

E o resto, utensílios para a vida seguir...”

“Onde é que você estava,

Onde se escondeu afinal,

Quando os meus mundos ruíram?

Por que você não escutava

Aquele barulho infernal

De quando meus muros caíram?”

“E, naquela foto antiga,

Estava, linda num vestido de festa,

Minha primeira namorada, cuja saudade religa,

E que numa lágrima se manifesta,

Que emerge, quente e solitária,

Surgida espontaneamente, e urge,

Pois, nessa lágrima libertária,

Um amor extinto ressurge,

Vindo não sei de onde,

Naquela caixa onde o sepultei,

Então grito por ela, e a noite me responde

Que onde ela anda, eu nem sei...”

“E nessas lembranças vorazes,

Que me assaltam às vezes,

Relembro de como fomos felizes,

Antes de se calarem nossas vozes

E de se apagarem as luzes...”

“Ontem, você andava num Fusca,

Amanhã, testará um carro voador,

A velocidade das transformações nos ofusca,

Nesse futuro que chegou de modo avassalador...”

“Há muito já passou o tempo

Mais até do que deveria,

Desse nosso caso acabar,

Foi bom, mas virou contratempo,

Depois que morreu a Poesia,

Que habitava em seu olhar...”

“Até que de repente descubro,

Nesse último dia de Outubro,

Olhando tua linda cabeleira loura,

Que deves ter alguma vassoura,

Em algum canto escondida,

Para de mim escapares,

Depois de me enfeitiçares,

Por toda a vida...”

“E, lentamente, eu me aproximei,

Arrastado por aquele olhar magnético,

E nem em meus sonhos imaginei

O quanto o seu olhar era poético!”

“A cada dia em que vivemos,

Vamos tudo anotando,

Cada acerto e erro contabilizando,

No caderno de anotações de Deus,”

“E em instantes,

Toda aquela paixão represada

Subitamente voltou...

Mas, estranhamente,

Nesse reencontro que o destino nos preparou,

Por que cargas d’água não me lembro

De sequer um dos poemas que decorei

Para lhe dizer tudo que por você eu sinto?”

“O nosso foi um caso fortuito,

Que da mente logo apaguei,

E do qual quase nunca lembrei,

Mas me dá um curto-circuito

Quando eu a vejo na tela

Estrelando alguma novela,

Enquanto folheio a TV!

Por que às vezes me dá um arrepio,

Em minhas sinapses, arrebenta um fio,

Quando me descubro admirando você?”

“Corações massacrados são assim,

Tentam emergir à superfície,

E escapar dos demônios que os assolam,

Ou de algum relacionamento ruim,

Sobrevivendo em meio à imundície

Dessa angústia que nem amigos consolam...”

“A vida assim não tem graça,

Os anos escorrem depressa,

Devorando-me, com precisão suíça,

De que vale essa vida insossa,

Se dá vontade de praticar roleta russa?”

“Fale-me um pouco sobre você,

Conte-me dos seus esconderijos,

Decifre o frisson do qual não sei o porquê,

Provocado pela visão de seus seios rijos!”

“Nós dois juntos

Somos incríveis,

O Yin e o Yang,

O alfa e o ômega,

O princípio e o fim,

Almas gêmeas,

Corações síncronos,

Olhares cúmplices,

Beijos doces,”

“Mas, para não dar bandeira,

Escrevo nesses versos em Braille,

Tudo que fizemos por uma noite inteira,

A dançarmos juntos num erótico baile!”

“Quando brotaram essas discussões sem pausa,

E passamos a ter opiniões tão distintas?

Serão essas divergências por minha causa,

Ou foi você quem coloriu o mundo com suas tintas?”

“Pois não te amo mais (eu acho),

Mas como posso então explicar

Lembrar de nós nos amando naquele riacho,

Nessas recordações que o tempo não pôde apagar...”

“E eu soube, ao ouvir sua risada,

O porquê daquele seu olhar ardente,

Que incendiava sua face,

Que, mesmo pelo celular, vi transformada,

Por uma saudade irracional,

Assim como a minha se tornara,

Tão sem objetivos quanto sem alegria,”

“Quantos anos-luz levarei para cruzar

Esse teu olhar de um ao outro extremo?

Quantas vidas levarei a te navegar

Nesse meu pobre barco sem velas nem remo?”

“Ao meu lado, você dorme inquieta,

Com o sono atravessado por pesadelos,

Que a atormentam há muitos anos,

Enquanto eu, angustiado poeta,

Sinto o cheiro que exalam seus cabelos,

A maldizer o tempo, que sepultou nossos planos.”

“Expulse de sua vida

Tudo o que lhe for nocivo,

Jogue fora aquela foto proibida,

Que guardou e não lembra o motivo.”

“E, nesse processo de reconstrução,

Abri a mente, para explorar novos horizontes,

Com o auxílio da minha inquieta imaginação,

E tentar reconstruir demolidas pontes,

Que permiti que fossem destruídas,

Por descuido ou por desleixo,

Ressuscitando lembranças há muito esquecidas,”

“Em estrofes perfeitas,

Em poemas rebeldemente rimados,

Com rimas insuspeitas,

Versos um no outro encaixados,

Desafiadores,

Em doce esplendor,

Encantadores,

Em suaves versos de amor...”

“Essa tal de felicidade

Anda zombando de mim,

Só porque disse

Que não acredito nela,

Mas, na realidade,

O que penso é mesmo assim,

Que ela é só uma crendice,

Um vulto do lado de fora da minha janela...”

“E nesse sorriso falso,

Pendurado no cadafalso

Das ilusões perdidas

Nada é o que parece,

Entre amarguras escondidas

Entre as teias que a vida tece,

Essa tua alegria destoa,”

“Onde havia dois, agora só resta um,

Cheio de ilusões vencidas,

Em simulacros de vidas,

Onde nunca esteve a felicidade,

Nesse limbo no qual estou de verdade,

Sonhando com coisas que nunca aconteceram,

Portando passaportes que já venceram,”

“Mas a Poesia, sob suas lentes,

Mira em algum alvo

E então o devassa,

Sem medir consequências,

E, às vezes, só por pirraça,

Fazendo sutis inconfidências...”

“Nosso contrato de amor está vencido,

O período de experiência terminou,

Você não excita mais a minha libido,

Nosso tempo de ficarmos juntos passou.”

“E agora, numa sutil ironia ou talvez por acaso,

És tu quem agora me olhas com interesse,

E até pelo nome me chamas, como nunca fizeras,

Mas é tarde demais, já se esgotou o teu prazo,

Apagou-se o fogo que não quiseste que ardesse,

Não me afetam esses olhares, que nunca me deras...”

“E aqui estou, escrevendo esses versos loucos,

Enquanto esse tempo inclemente me devora,

Pensando nas coisas que já se passaram,

E ficaram presas em minhas memórias perdidas,

Mas essa saudade devora-me aos poucos,

E essa tristeza sem fim, cada dia piora,

A pensar nos dias de felicidade, que se acabaram,

Eternamente separados, até o fim de nossas vidas!”

“E agora, conte-me o que faremos,

Para desvendar esse mistério em que nos metemos,

Como voltarmos a separar realidade e fantasia,

Em um mundo onde nossas almas não podem estar juntas,

Temos muito menos respostas do que perguntas,

Você feita de carne, e eu, de Poesia...”

“E, depois daquela simples tragédia,

Que na mente eu ainda ecoo,

Na distância você se perdeu,

E essa tristeza acima da média

Foi o saldo do derradeiro voo,

Último ato entre você e eu...”

“E, de repente, vejo flores brotando pelos prados,

Na Primavera, florestas voltam a ser verdejantes,

As chuvas refrescam aquele calor asfixiante,

Explodem em minha mente versos revigorados,

Conto histórias proibidas sobre insanos amantes,

Invento uma epopeia sobre um poeta delirante!”

“We are actors in a play,

Without any happy ending,

'cause of word I never say,

In any life I'm spending.

And, in its very last scene,

Where every soul dies in the end,

Our real wanting is so thin,

And cracked souls it just can't mend.”

Características
ISBN 9798776163692
Número de páginas 121
Edição 1 (2021)
Formato A5 (148x210)
Acabamento Brochura c/ orelha
Coloração Preto e branco
Tipo de papel Couche 90g

Tem algo a reclamar sobre este livro? Envie um email para atendimento@clubedeautores.com.br

Fale com o autor
MARCOS AVELINO MARTINS

BIOGRAFIA

Engenheiro Eletricista pela Universidade de Brasília por formação, Analista de Sistemas por opção, poeta por destino, casado, 2 filhos e 1 neto, apreciador de boa música, cinema, literatura, HQs, seriados e amigos (não necessariamente nesta ordem).

Escreve desde os 17 anos, inicialmente letras de músicas, alguns contos avulsos, poemas esparsos, e de alguns anos para cá, com uma produção intensa, já com101 livros publicados, sendo 100 deles pelo Clube de Autores e pela Amazon, e 1 da Coleção Prosa e Verso 2019 da Prefeitura de Goiânia - GO.

LIVROS PUBLICADOS:

1. OS OCEANOS ENTRE NÓS

2. PÁSSARO APEDREJADO

3. CABRÁLIA

4. NUNCA TE VI, MAS NUNCA TE ESQUECI

5. SOB O OLHAR DE NETUNO

6. O TEMPO QUE SE FOI DE REPENTE

7. MEMÓRIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO

8. ATÉ A ÚLTIMA GOTA DE SANGUE

9. EROTIQUE

10. ATÉ QUE A ÚLTIMA ESTRELA SE APAGUE

11. NÃO ME LEMBREI DE ESQUECER DE VOCÊ

12. EROTIQUE 2

13. A CHUVA QUE A NOITE NÃO VIU

14. A IMENSIDÃO DE SUA AUSÊNCIA

15. SIMÉTRICAS

16. AS VEREDAS ONDE O MEU OLHAR SE PERDEU

17. A MAGIA QUE SE DESFEZ NA NOITE

18. QUAL É O SEGREDO PARA VIVER SEM VOCÊ?

19. OS TRAÇOS DE VOCÊ

20. STRADIVARIUS

21. OS SEGREDOS QUE ESCONDES NO OLHAR

22. ATÉ SECAREM AS ÚLTIMAS LÁGRIMAS

23. EROTIQUE 3

24. OS POEMAS QUE JAMAIS ESCREVI

25. TUA AUSÊNCIA, QUE ME DÓI TANTO

26. OS DRAGÕES QUE NOS SEPARAM

27. O VENTO QUE NA JANELA SOPRAVA

28. EROTIQUE 4

29. A NOITE QUE NUNCA MAIS TERMINOU

30. AS HORAS QUE FALTAM PARA TE VER

31. OLYMPUS: LIVRO 1 – EROS (1ª PARTE)

32. OLYMPUS: LIVRO 1 – EROS (2ª PARTE)

33. NO AR RAREFEITO DAS MONTANHAS

34. VOCÊ SE FOI, MAS ESTÁ AQUI

35. O AMOR QUE SE FOI E NÃO VOLTOU

36. OS VÉUS DA NOITE

37. OLYMPUS: LIVRO II - ARES, ARTHEMIS, ATHENA, CHRONOS, HADES, MORPHEUS E POSEIDON

38. MADRUGADAS DE SEDUÇÃO

39. O LUAR QUE EM TEUS OLHOS HABITA

40. QUANDO SUA AUSÊNCIA ERA TUDO QUE HAVIA (contos e crônicas)

41. ESSA SAUDADE QUE NÃO QUER IR EMBORA

42. OLYMPUS: LIVRO I - EROS (3ª PARTE)

43. UM ÚLTIMO BEIJO EM PARIS

44. OLYMPUS: LIVRO III - APHRODITE, APOLLO, GAIA, HERA E ZEUS

45. DE QUAL SONHO MEU VOCÊ FUGIU?

46. O LABIRINTO NO FIM DO POEMA

47. CADÊ O AMOR QUE ESTAVA AQUI?

48. OS RIOS QUE FOGEM DO MAR

49. ÚLTIMOS VERSOS PARA UM PERDIDO AMOR

50. OLYMPUS: LIVRO IV - PANTHEON

51. AH, POESIA, O QUE FIZESTE?

52. UM VERSO SUICIDA

53. ELA SE FOI, E NEM DEIXOU MENSAGEM

54. A NAVE QUE TE LEVOU PARA LONGE

55. EROTIQUE 5

56. O LADO NEGRO DA POESIA

57. UM OLHAR VINDO DO INFINITO

58. APENAS UM CONTADOR DE HISTÓRIAS

59. RÉQUIEM PARA UM AMOR NAUFRAGADO

60. OLYMPUS: LIVRO V - THESSALIA

61. POETICAMENTE TEU (da Coleção Prosa e Verso 2019 da Prefeitura de Goiânia - GO)

62. AQUELA NOITE DO ADEUS

63. PASSOS QUE SE AFASTAM NA NOITE

64. FRAGMENTOS DE UM SONHO QUE PASSOU

65. OLYMPUS: LIVRO VI – PARTHENON

66. PASSAGEM PARA A SAUDADE

67. A PORTA DA SOLIDÃO

68. NUNCA MAIS TEUS BEIJOS

69. EROTIQUE 6

70. CIRANDA POÉTICA

71. AS HISTÓRIAS QUE NÃO TE CONTEI

72. A ÚLTIMA VEZ EM QUE TE AMEI

73. ESSA AUSÊNCIA QUE ME DEVORA

74. A NOITE IMENSA SEM ELA

75. OLYMPUS: LIVRO VII – ACROPOLIS

76. PORÕES E NAUFRÁGIOS

77. UM TROVADOR NO SÉCULO XXI

78. RESQUÍCIOS DE UM SORRISO TEU

79. CRONOS ENLOUQUECEU!

80. OLYMPUS: LIVRO VIII - MUSAS E MEDUSAS

81. SOMBRAS QUE RESTARAM DE NÓS

82. EROTIQUE 7

83. A CAIXA DE TINTAS DE DEUS

84. PONTES PARA LUGAR NENHUM

85. VELAS SOLTAS AOS VENTOS SOLARES

86. HISTÓRIAS QUE A NOITE NOS TRAZ

87. VESTÍGIOS DE UM FOGO QUE SE APAGOU

88. ARTÍFICE DE VERSOS

89. O TEMPO, ESSE CARRASCO

90. OLYMPUS: LIVRO IX - ESPARTA

91. ESSA SOMBRA EM TEU OLHAR

92. OS OLHOS MÁGICOS DA POESIA

93. VERSOS QUE JAMAIS ESQUECI

94. LÁGRIMAS PROSCRITAS

95. EROTIQUE 8

96. UMA HORA ANTES DO FIM

97. POR TRÁS DA MÁSCARA BRANCA

Participante das antologias:

• “Declame para Drummond 2012” (2012), com o poema “Máscaras”;

• Antologia 2015 – Literatura Goyaz” (2015), com os poemas “Os oceanos entre nós” e “Morpheus”;

• “Desafio” (2016), com os poemas “Finito”,”De solidão e de sonhos” e “Olhar”;

• “Dez Poetas e Eu – Vol. 3” (2016), com os poemas “Átimo”, “Diário”, “Julgamento”, “Roleta russa”, “Buracos negros”, “Paronímia”, “As últimas gotas de orvalho”, “Repositório”, “Simplesmente você” e “Quando eu te conheci”; e

• “Raiz da Poesia” (2017), antologia internacional entre países de língua portuguesa, com os poemas “Os segredos que escondes no olhar”, “Borboleta”, “Autópsia”, “La nuit”, “O tio da suspeita”, “Aldebaran” e “Os sons do silêncio”.

Página no site “Templo de Delfos”, relicário da Literatura:

http://www.elfikurten.com.br/2016/08/marcos-avelino-martins.html

Contato: cygnusinfo@gmail.com

Celular: (62) 99971-9306

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