A rivalidade entre Ayrton Senna e Nelson Piquet, dois dos maiores nomes da história da Fórmula 1, sempre foi combustível para discussões acaloradas entre fãs. No entanto, nas redes sociais e rodas de conversa, o debate deixou de ser saudável faz tempo — e se transformou num Fla x Flu interminável que não acrescenta absolutamente nada ao legado de nenhum dos dois pilotos. O resultado é uma guerra de narrativas que transforma dois ídolos do automobilismo mundial em munição de briga de bar. Uma disputa onde ambos os lados, no afã de engrandecer seus heróis, acabam diminuindo feitos, carreiras e conquistas reais. O debate sobre quem foi melhor — uma discussão natural e até divertida quando feita com respeito — virou um terreno tóxico de exageros, mitos e distorções. A idolatria cega de ambos os lados acaba sendo injusta com os próprios ídolos. A rivalidade entre eles é parte importante da história da Fórmula 1 e do automobilismo brasileiro, mas a guerra entre os fãs virou um ruído irritante que não honra nenhum dos dois. Depois de décadas de provocações, memes, teorias e comparações vazias, talvez seja hora de aceitar o óbvio: Piquet e Senna foram grandes. Seus fãs, muitas vezes, é que são pequenos.
| Número de páginas | 100 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 90g |
| Idioma | Português |
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