Hoje, uma pergunta pode ser feita a um sistema de inteligência artificial e receber, em poucos segundos, uma explicação, um resumo, uma tradução, uma imagem, um roteiro ou uma proposta de solução. O acesso à informação tornou-se mais rápido e amplo. Diante disso, é natural que surja uma inquietação: se tantas respostas estão disponíveis, o que ainda precisamos ensinar? E, talvez mais profundamente, para que serve a escola quando o conhecimento parece estar a um clique de distância?
A pergunta merece ser feita sem alarmismo e sem ingenuidade. Não estamos diante de uma simples disputa entre seres humanos e máquinas, nem de uma escolha entre conservar a escola como sempre foi ou abandoná-la por completo. Estamos diante de uma mudança que nos convida a examinar o propósito da educação. A inteligência artificial pode explicar conteúdos, organizar ideias e produzir respostas, mas a presença de respostas não garante que alguém compreenda o que foi dito, saiba avaliar sua validade ou consiga decidir o que fazer com aquilo que aprendeu.
| ISBN | 9786502420775 |
| Número de páginas | 247 |
| Edição | 2 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Brochura c/ orelha |
| Coloração | Preto e branco |
| Tipo de papel | Offset 75g |
| Idioma | Português |
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