"Quem é tu na fila do pão?" não é apenas uma pergunta. É um grito de socorro sufocado pelo excesso de informação.
A garota no labirinto das certezas: Ela acorda e é bombardeada por dezenas de definições sobre o que é amar e ser. Em um dia, dizem que ela é uma coisa; no outro, que é outra. No meio dessa overdose de "identidades sugeridas", ela perde a conexão com a sua própria essência. Ela não está confusa por causa de quem ela é, ela está confusa porque o mundo não a deixa sentir em silêncio.
O garoto no tribunal do copo: Ele bebe uma cerveja no fim de semana e, antes mesmo de sentir o gosto, o rótulo de "alcoólatra" já foi carimbado em sua testa por vídeos, alertas e o julgamento alheio. Ele é um viciado ou um jovem testando limites? A linha entre o hábito e o destino foi apagada, e ele vive sob o pânico de já ter nascido condenado.
O filho do caos que teme o próprio futuro: Ele cresceu no barulho das brigas, na sombra da dependência química dos pais. Agora, ele olha para o seu futuro e vê apenas uma repetição. "Vou ser igual a eles?", ele se pergunta. Cada erro que comete é lido como uma sentença de que ele está fadado a reconstruir o inferno de onde veio. O estigma o persegue, fazendo-o acreditar que o trauma é seu único DNA.
O rapaz entre as cores do ódio: Ele entra no estádio e o mundo se divide. Se ele é "verde", precisa odiar o "preto". Se ele é "vermelho", não pode tolerar o "branco". O racismo, travestido de paixão clubística e tribalismo
| Número de páginas | 5 |
| Edição | 1 (2026) |
| Formato | A5 (148x210) |
| Acabamento | Capa dura |
| Tipo de papel | Couche 90g |
| Idioma | Português |
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